Como Criar um Fundo de Emergência (Mesmo com Rendimento Normal) Posted on 29 de Janeiro, 202629 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Criar um fundo de emergência é um dos passos mais importantes para garantir estabilidade financeira. Não serve para luxos nem desejos momentâneos: é uma reserva criada exclusivamente para imprevistos, como uma avaria do carro, uma urgência de saúde ou uma quebra temporária no rendimento. É uma “almofada” que protege a família e evita entrar em dívidas quando algo inesperado acontece. Muita gente acredita que só é possível ter um fundo de emergência quando se ganha muito, mas isso não é verdade. O mais importante não é o valor inicial, mas sim a disciplina. Um fundo de emergência bem construído deve cobrir entre 3 a 6 meses de despesas essenciais, dependendo da estabilidade do emprego e da composição familiar. Para calcular este valor, basta somar as despesas fixas: casa, alimentação, transportes, seguros, saúde e créditos. O local onde guarda esta reserva é fundamental. Deve estar separado da conta do dia a dia, em algo seguro e de fácil acesso, como uma conta poupança ou depósito a prazo. O objetivo aqui não é investir, mas sim garantir liquidez. Guardar o fundo na conta à ordem é um erro comum, porque acaba por ser gasto sem intenção. A melhor forma de começar é com valores pequenos. Criar uma transferência automática mensal, seja 20€, 30€ ou 50€, é suficiente para iniciar o hábito. Com o tempo, pode reforçar com extras como o reembolso do IRS, bónus, ou qualquer entrada inesperada. Reduzir pequenos gastos supérfluos também pode ajudar a alcançar o objetivo mais rapidamente. Construir um fundo de emergência significa ter tranquilidade para enfrentar imprevistos sem comprometer o orçamento ou recorrer a crédito desnecessário. Mais do que dinheiro guardado, representa liberdade e segurança. Na Finativ ajudamos a analisar o seu orçamento e a organizar as suas prioridades financeiras para que consiga construir uma vida mais estável e preparada para o futuro. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
A Importância de ter um Intermediário do seu lado Posted on 22 de Janeiro, 202622 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Comprar casa é um dos maiores passos financeiros que uma família pode dar. Entre comparar propostas, analisar taxas, compreender seguros obrigatórios e perceber cláusulas contratuais, todo o processo pode ser complexo, e até intimidante. É aqui que a presença da Finativ faz toda a diferença: alguém que conhece o mercado, fala a “linguagem dos bancos” e defende sempre os interesses do cliente. Um intermediário de crédito é mais do que um facilitador. É um parceiro especializado que acompanha o cliente desde a simulação inicial até à escritura, explicando cada detalhe de forma simples e transparente. Ao contrário do cliente comum, que tende a comparar apenas duas ou três opções, o intermediário tem acesso a várias instituições e consegue identificar rapidamente a proposta que melhor se adapta ao rendimento, perfil e objetivos de cada pessoa. Um dos maiores benefícios é a poupança de tempo e energia. Em vez de perder horas em contactos, pedidos de documentos e comparações difíceis de interpretar, o cliente recebe tudo pronto, organizado e explicado. Além disso, a Finativ apresenta soluções que muitas vezes o cliente nem sabia que existiam, como campanhas ativas, spreads especiais, bonificações ou alternativas que reduzem significativamente o custo total do crédito. Outro ponto importante é a segurança. Com tantas variáveis (Euribor, TAN, TAEG, seguros, prazos, comissões) tomar uma decisão sozinho pode sair caro. A nossa empresa avalia tudo ao detalhe, antecipa riscos e garante que o cliente não escolhe uma proposta que possa comprometer o seu futuro financeiro. E o melhor? O serviço não tem custos para o cliente. A remuneração vem dos bancos, pelo que o acompanhamento, o estudo de mercado e toda a orientação são totalmente gratuitos. Ter a Finativ ao seu lado é ter alguém que trabalha consigo e para si, ajudando a transformar um processo complexo numa experiência simples e segura. E nós fazemos exatamente isso: garantimos que cada decisão é informada, consciente e alinhada com o que realmente importa: a tranquilidade financeira do cliente. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Avaliação Bancária: Como funciona, que influencia e como evitar surpresas Posted on 20 de Janeiro, 202622 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Para quem está a comprar casa, a avaliação bancária é um daqueles momentos que pode mudar tudo. Pode confirmar que está a pagar o preço justo… ou pode obrigar a renegociar com o vendedor, aumentar a entrada ou até adiar o sonho da casa. A verdade é simples: a aprovação e o valor do crédito dependem diretamente da avaliação.Por isso, entender como funciona é essencial para evitar frustrações e tomar decisões mais seguras. Neste artigo explicamos, de forma clara e prática, o que o avaliador analisa, porque podem existir diferenças entre o preço pedido e o valor final, e o que pode fazer para minimizar riscos. O que é, afinal, a avaliação bancária? A avaliação bancária é um relatório técnico elaborado por um avaliador certificado.O objetivo: determinar o valor real de mercado do imóvel que está a comprar. É com base neste valor (e não no preço pedido) que o banco define: quanto está disposto a financiar qual o risco associado ao crédito o rácio LTV (Loan-to-Value) se o processo segue ou é reavaliado Ou seja, mesmo que uma casa esteja anunciada por 250.000€, o banco só financia tendo por base o valor de avaliação, e não o valor anunciado. Como é feita a avaliação? A avaliação inclui três grandes etapas: a) Análise documental O avaliador analisa: caderneta predial licença de utilização áreas registadas afetação do imóvel histórico de transações eventuais divergências legais b) Visita ao imóvel O avaliador verifica presencialmente: estado geral (interior e exterior) áreas reais vs áreas registadas exposição solar materiais de construção conservação do edifício piso, ruído, acessos vista, orientação, luminosidade existência de elevador garagem, arrecadação, varandas envolvente e serviços próximos Pequenos detalhes influenciam bastante o valor. c) Comparáveis de mercado É feito um estudo das últimas transações na mesma zona (rua/quarteirão).Estes valores reais de venda são decisivos, muitas vezes mais do que a qualidade do imóvel. Porque é que a avaliação pode ser inferior ao preço pedido? Este cenário é muito comum, especialmente em zonas com grande procura, como Lisboa, Porto, Braga, Algarve e ilhas. As principais razões incluem: Preço de mercado inflacionado Se o vendedor “inflacionou” o preço, a avaliação não acompanha. Imóvel remodelado sem licenças Obras não declaradas podem reduzir o valor. Estado do edifício pior do que esperado Problemas estruturais, infiltrações, falta de manutenção. Falta de comparáveis ao mesmo preço O avaliador baseia-se em vendas reais, não em anúncios. Zona com oferta semelhante mais barata Mesmo a 500 metros de distância, pode haver grande diferença. 🚨 Impacto direto: Se a avaliação for mais baixa, o banco financia menos dinheiro, e o comprador precisa de maior entrada própria. Como a avaliação afeta o financiamento? (exemplo realista) Preço pedido pelo vendedor: 250.000€Avaliação do banco: 230.000€Financiamento máximo (90%): 207.000€ Ou seja, mesmo que o comprador conte com 90%, nunca irão financiar 90% de 250.000€, mas sim de 230.000€. Isso significa que o comprador terá de: ✔ aumentar a entrada própria✔ renegociar o preço✔ procurar outro imóvel✔ ou procurar outro banco Para muitas famílias, esta diferença é decisiva. Como evitar avaliações abaixo do esperado? Ninguém consegue garantir o valor da avaliação, mas é possível reduzir riscos. Aqui ficam estratégias eficazes: Peça uma avaliação prévia antes de pagar CPCV Muitos compradores assinam contratos-promessa com valores elevados sem confirmação bancária. Compare imóveis na mesma rua Use portais imobiliários, mas pesquise transações fechadas, não apenas anúncios. Verifique licenças e documentação Obras sem licença ou discrepâncias de áreas são penalizadas. Prefira imóveis com boa manutenção Edifícios degradados diminuem o valor independentemente do estado do interior. Recorra à Finativ A Finativ analisa vários bancos, e alguns bancos têm avaliações naturalmente mais conservadoras do que outros. O que fazer se a avaliação for baixa? Dependendo do caso, existem alternativas: ✔ Renegociar com o vendedor (muito comum)✔ Pedir uma reavaliação (quando existem dados novos)✔ Tentar outro banco (sim, as avaliações variam!)✔ Aumentar entrada própria A pior opção é desesperar. Há quase sempre alternativas reais. Conclusão A avaliação bancária pode parecer um obstáculo, mas é, na verdade, uma ferramenta importante para garantir que compra com segurança. Quanto mais preparado estiver, menor o risco de surpresas. A Finativ apoia em todo o processo, antes, durante e depois, com simulações, análises e pedidos de avaliação nos bancos mais alinhados com o perfil de cada cliente. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
7 Sinais que está pronto para comprar casa Posted on 15 de Janeiro, 202615 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Comprar casa é um passo importante e, muitas vezes, emocional. No entanto, mais do que desejar o imóvel certo ou encontrar a oportunidade perfeita, é essencial perceber se está realmente preparado para assumir esse compromisso financeiro de longo prazo. Existem sinais claros que mostram se está no momento certo para avançar, e reconhecer estes sinais pode evitar decisões precipitadas. O primeiro sinal é ter uma poupança sólida para a entrada e para os custos iniciais, como o IMT, imposto de selo e despesas de escritura. Contar apenas com financiamento é arriscado. Ter este montante disponível mostra estabilidade e responsabilidade financeira. Outro sinal é ter uma situação profissional estável. Não significa necessariamente ter contrato sem termo, mas sim um rendimento consistente e previsível. Os bancos valorizam estabilidade porque representa menor risco na aprovação do crédito. Saber gerir o próprio orçamento também é essencial. Se já acompanha as suas despesas, controla gastos e paga sempre as suas responsabilidades a tempo, isso indica maturidade financeira para assumir um crédito habitação. Ter um fundo de emergência é outro ponto importante. Comprar casa não deve esgotar as suas poupanças. Imprevistos acontecem, seja uma avaria no carro, uma despesa médica ou um mês mais apertado, e ter uma reserva para emergências evita recorrer ao crédito em momentos sensíveis. Compreender o funcionamento da Euribor e aceitar que as prestações podem subir ou descer também é um sinal de preparação. Comprar casa com taxa variável implica saber lidar com essas oscilações sem comprometer a tranquilidade do orçamento. Outro indicador é estar consciente dos custos que surgem após a compra: condomínio, manutenção, seguros, IMI e pequenas reparações. Muitas famílias planeiam apenas a prestação, esquecendo-se de tudo o resto. Por fim, um dos sinais mais importantes é ter consultado um intermediário de crédito. Falar com quem entende o mercado, analisa vários bancos e consegue indicar o valor máximo seguro para o seu perfil evita escolhas erradas e acelera o processo. Se estes sinais se alinham consigo, então está provavelmente no momento certo para avançar com a compra. Mais do que uma casa, trata-se de conquistar estabilidade, património e qualidade de vida, mas sempre com segurança! A Finativ está ao seu lado em cada passo, para garantir que compra a casa certa, ao preço certo e com o financiamento mais adequado ao seu orçamento. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.