Janeiro 2026 - Finativ - Intermediação de Crédito

Como Criar um Fundo de Emergência (Mesmo com Rendimento Normal)

Criar um fundo de emergência é um dos passos mais importantes para garantir estabilidade financeira. Não serve para luxos nem desejos momentâneos: é uma reserva criada exclusivamente para imprevistos, como uma avaria do carro, uma urgência de saúde ou uma quebra temporária no rendimento.

É uma “almofada” que protege a família e evita entrar em dívidas quando algo inesperado acontece.

Muita gente acredita que só é possível ter um fundo de emergência quando se ganha muito, mas isso não é verdade. O mais importante não é o valor inicial, mas sim a disciplina. Um fundo de emergência bem construído deve cobrir entre 3 a 6 meses de despesas essenciais, dependendo da estabilidade do emprego e da composição familiar.

Para calcular este valor, basta somar as despesas fixas: casa, alimentação, transportes, seguros, saúde e créditos.

O local onde guarda esta reserva é fundamental. Deve estar separado da conta do dia a dia, em algo seguro e de fácil acesso, como uma conta poupança ou depósito a prazo. O objetivo aqui não é investir, mas sim garantir liquidez. Guardar o fundo na conta à ordem é um erro comum, porque acaba por ser gasto sem intenção.

A melhor forma de começar é com valores pequenos. Criar uma transferência automática mensal, seja 20€, 30€ ou 50€, é suficiente para iniciar o hábito.

Com o tempo, pode reforçar com extras como o reembolso do IRS, bónus, ou qualquer entrada inesperada. Reduzir pequenos gastos supérfluos também pode ajudar a alcançar o objetivo mais rapidamente.

Construir um fundo de emergência significa ter tranquilidade para enfrentar imprevistos sem comprometer o orçamento ou recorrer a crédito desnecessário. Mais do que dinheiro guardado, representa liberdade e segurança.

Na Finativ ajudamos a analisar o seu orçamento e a organizar as suas prioridades financeiras para que consiga construir uma vida mais estável e preparada para o futuro.

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A Importância de ter um Intermediário do seu lado

Comprar casa é um dos maiores passos financeiros que uma família pode dar. Entre comparar propostas, analisar taxas, compreender seguros obrigatórios e perceber cláusulas contratuais, todo o processo pode ser complexo, e até intimidante.

É aqui que a presença da Finativ faz toda a diferença: alguém que conhece o mercado, fala a “linguagem dos bancos” e defende sempre os interesses do cliente.

Um intermediário de crédito é mais do que um facilitador. É um parceiro especializado que acompanha o cliente desde a simulação inicial até à escritura, explicando cada detalhe de forma simples e transparente. Ao contrário do cliente comum, que tende a comparar apenas duas ou três opções, o intermediário tem acesso a várias instituições e consegue identificar rapidamente a proposta que melhor se adapta ao rendimento, perfil e objetivos de cada pessoa.

Um dos maiores benefícios é a poupança de tempo e energia. Em vez de perder horas em contactos, pedidos de documentos e comparações difíceis de interpretar, o cliente recebe tudo pronto, organizado e explicado.

Além disso, a Finativ apresenta soluções que muitas vezes o cliente nem sabia que existiam, como campanhas ativas, spreads especiais, bonificações ou alternativas que reduzem significativamente o custo total do crédito.

Outro ponto importante é a segurança. Com tantas variáveis  (Euribor, TAN, TAEG, seguros, prazos, comissões) tomar uma decisão sozinho pode sair caro. A nossa empresa avalia tudo ao detalhe, antecipa riscos e garante que o cliente não escolhe uma proposta que possa comprometer o seu futuro financeiro.

E o melhor? O serviço não tem custos para o cliente. A remuneração vem dos bancos, pelo que o acompanhamento, o estudo de mercado e toda a orientação são totalmente gratuitos.

Ter a Finativ ao seu lado é ter alguém que trabalha consigo e para si, ajudando a transformar um processo complexo numa experiência simples e segura.

E nós fazemos exatamente isso: garantimos que cada decisão é informada, consciente e alinhada com o que realmente importa: a tranquilidade financeira do cliente.

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Avaliação Bancária: Como funciona, que influencia e como evitar surpresas

Para quem está a comprar casa, a avaliação bancária é um daqueles momentos que pode mudar tudo. Pode confirmar que está a pagar o preço justo… ou pode obrigar a renegociar com o vendedor, aumentar a entrada ou até adiar o sonho da casa.

A verdade é simples: a aprovação e o valor do crédito dependem diretamente da avaliação.
Por isso, entender como funciona é essencial para evitar frustrações e tomar decisões mais seguras.

Neste artigo explicamos, de forma clara e prática, o que o avaliador analisa, porque podem existir diferenças entre o preço pedido e o valor final, e o que pode fazer para minimizar riscos.

  • O que é, afinal, a avaliação bancária?

A avaliação bancária é um relatório técnico elaborado por um avaliador certificado.
O objetivo: determinar o valor real de mercado do imóvel que está a comprar.

É com base neste valor (e não no preço pedido) que o banco define:

  • quanto está disposto a financiar
  • qual o risco associado ao crédito
  • o rácio LTV (Loan-to-Value)
  • se o processo segue ou é reavaliado

Ou seja, mesmo que uma casa esteja anunciada por 250.000€, o banco só financia tendo por base o valor de avaliação, e não o valor anunciado.

Como é feita a avaliação?

A avaliação inclui três grandes etapas:

a) Análise documental

O avaliador analisa:

  • caderneta predial
  • licença de utilização
  • áreas registadas
  • afetação do imóvel
  • histórico de transações
  • eventuais divergências legais

b) Visita ao imóvel

O avaliador verifica presencialmente:

  • estado geral (interior e exterior)
  • áreas reais vs áreas registadas
  • exposição solar
  • materiais de construção
  • conservação do edifício
  • piso, ruído, acessos
  • vista, orientação, luminosidade
  • existência de elevador
  • garagem, arrecadação, varandas
  • envolvente e serviços próximos

Pequenos detalhes influenciam bastante o valor.

c) Comparáveis de mercado

É feito um estudo das últimas transações na mesma zona (rua/quarteirão).
Estes valores reais de venda são decisivos, muitas vezes mais do que a qualidade do imóvel.

  • Porque é que a avaliação pode ser inferior ao preço pedido?

Este cenário é muito comum, especialmente em zonas com grande procura, como Lisboa, Porto, Braga, Algarve e ilhas.

As principais razões incluem:

  • Preço de mercado inflacionado

Se o vendedor “inflacionou” o preço, a avaliação não acompanha.

  • Imóvel remodelado sem licenças

Obras não declaradas podem reduzir o valor.

  • Estado do edifício pior do que esperado

Problemas estruturais, infiltrações, falta de manutenção.

  • Falta de comparáveis ao mesmo preço

O avaliador baseia-se em vendas reais, não em anúncios.

  • Zona com oferta semelhante mais barata

Mesmo a 500 metros de distância, pode haver grande diferença.

🚨 Impacto direto:

Se a avaliação for mais baixa, o banco financia menos dinheiro, e o comprador precisa de maior entrada própria.

  • Como a avaliação afeta o financiamento? (exemplo realista)

Preço pedido pelo vendedor: 250.000€
Avaliação do banco: 230.000€
Financiamento máximo (90%): 207.000€

Ou seja, mesmo que o comprador conte com 90%, nunca irão financiar 90% de 250.000€, mas sim de 230.000€.

Isso significa que o comprador terá de:

✔ aumentar a entrada própria
✔ renegociar o preço
✔ procurar outro imóvel
✔ ou procurar outro banco

Para muitas famílias, esta diferença é decisiva.

  • Como evitar avaliações abaixo do esperado?

Ninguém consegue garantir o valor da avaliação, mas é possível reduzir riscos.

Aqui ficam estratégias eficazes:

  • Peça uma avaliação prévia antes de pagar CPCV

Muitos compradores assinam contratos-promessa com valores elevados sem confirmação bancária.

  • Compare imóveis na mesma rua

Use portais imobiliários, mas pesquise transações fechadas, não apenas anúncios.

  • Verifique licenças e documentação

Obras sem licença ou discrepâncias de áreas são penalizadas.

  • Prefira imóveis com boa manutenção

Edifícios degradados diminuem o valor independentemente do estado do interior.

  • Recorra à Finativ

A Finativ analisa vários bancos, e alguns bancos têm avaliações naturalmente mais conservadoras do que outros.

  • O que fazer se a avaliação for baixa?

Dependendo do caso, existem alternativas:

Renegociar com o vendedor (muito comum)
Pedir uma reavaliação (quando existem dados novos)
Tentar outro banco (sim, as avaliações variam!)
Aumentar entrada própria

A pior opção é desesperar. Há quase sempre alternativas reais.

Conclusão

A avaliação bancária pode parecer um obstáculo, mas é, na verdade, uma ferramenta importante para garantir que compra com segurança. Quanto mais preparado estiver, menor o risco de surpresas.

A Finativ apoia em todo o processo, antes, durante e depois,  com simulações, análises e pedidos de avaliação nos bancos mais alinhados com o perfil de cada cliente.

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7 Sinais que está pronto para comprar casa

Comprar casa é um passo importante e, muitas vezes, emocional. No entanto, mais do que desejar o imóvel certo ou encontrar a oportunidade perfeita, é essencial perceber se está realmente preparado para assumir esse compromisso financeiro de longo prazo. Existem sinais claros que mostram se está no momento certo para avançar, e reconhecer estes sinais pode evitar decisões precipitadas.

O primeiro sinal é ter uma poupança sólida para a entrada e para os custos iniciais, como o IMT, imposto de selo e despesas de escritura. Contar apenas com financiamento é arriscado. Ter este montante disponível mostra estabilidade e responsabilidade financeira.

Outro sinal é ter uma situação profissional estável. Não significa necessariamente ter contrato sem termo, mas sim um rendimento consistente e previsível. Os bancos valorizam estabilidade porque representa menor risco na aprovação do crédito.

Saber gerir o próprio orçamento também é essencial. Se já acompanha as suas despesas, controla gastos e paga sempre as suas responsabilidades a tempo, isso indica maturidade financeira para assumir um crédito habitação.

Ter um fundo de emergência é outro ponto importante. Comprar casa não deve esgotar as suas poupanças. Imprevistos acontecem, seja uma avaria no carro, uma despesa médica ou um mês mais apertado, e ter uma reserva para emergências evita recorrer ao crédito em momentos sensíveis.

Compreender o funcionamento da Euribor e aceitar que as prestações podem subir ou descer também é um sinal de preparação. Comprar casa com taxa variável implica saber lidar com essas oscilações sem comprometer a tranquilidade do orçamento.

Outro indicador é estar consciente dos custos que surgem após a compra: condomínio, manutenção, seguros, IMI e pequenas reparações. Muitas famílias planeiam apenas a prestação, esquecendo-se de tudo o resto.

Por fim, um dos sinais mais importantes é ter consultado um intermediário de crédito. Falar com quem entende o mercado, analisa vários bancos e consegue indicar o valor máximo seguro para o seu perfil evita escolhas erradas e acelera o processo.

Se estes sinais se alinham consigo, então está provavelmente no momento certo para avançar com a compra. Mais do que uma casa, trata-se de conquistar estabilidade, património e qualidade de vida, mas sempre com segurança!

A Finativ está ao seu lado em cada passo, para garantir que compra a casa certa, ao preço certo e com o financiamento mais adequado ao seu orçamento.

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