Fevereiro 2026 - Finativ - Intermediação de Crédito

Rever créditos e seguros no início do ano: porque fevereiro é um bom momento

O início do ano é, para muitas famílias, um período de reorganização. Depois das despesas típicas do final do ano, fevereiro surge como um mês mais estável e ideal para olhar com atenção para a vida financeira.

É precisamente nesta altura que rever créditos e seguros pode fazer mais sentido, e trazer poupanças reais ao longo do ano.

Com o passar do tempo, é comum manter contratos exatamente como foram assinados, mesmo quando a situação financeira muda. Rendimentos diferentes, novas responsabilidades ou alterações no mercado podem tornar um crédito ou seguro menos ajustado à realidade atual.

Rever estas condições permite identificar oportunidades de melhoria que muitas vezes passam despercebidas.

No caso dos créditos, pequenas alterações podem ter grande impacto. Um spread mais competitivo, um prazo mais adequado ou até a consolidação de vários créditos num só podem reduzir a prestação mensal e aliviar a taxa de esforço. Fevereiro é um bom mês para fazer estas contas com calma, sem a pressão típica do final do ano.

O mesmo acontece com os seguros.

Muitas apólices são renovadas automaticamente, sem que as coberturas sejam analisadas. Isto pode significar pagar mais do que o necessário ou, pelo contrário, estar insuficientemente protegido. Rever seguros de vida, saúde, automóvel ou multirriscos garante que está protegido de acordo com a sua fase de vida, nem mais, nem menos.

Outro ponto importante é a prevenção. Antecipar possíveis mudanças, como variações da Euribor ou novas despesas ao longo do ano, ajuda a construir um orçamento mais sólido. Ajustar créditos e seguros numa fase de maior estabilidade permite ganhar margem para lidar com imprevistos futuros.

Fevereiro não é apenas mais um mês no calendário. É uma oportunidade para alinhar decisões financeiras com os objetivos do ano que começa, trazendo mais controlo, segurança e tranquilidade.

Na Finativ, acreditamos que rever é tão importante quanto contratar. Porque decisões bem ajustadas hoje fazem toda a diferença no equilíbrio financeiro de amanhã.

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Euribor em 2026: o que pode mudar no seu orçamento familiar?

A Euribor continua a ser um dos principais fatores a influenciar o orçamento das famílias portuguesas com crédito habitação. Depois de um período de fortes oscilações, muitos clientes questionam-se sobre o que pode acontecer em 2026 e como se devem preparar para possíveis mudanças.

A Euribor é a taxa de referência utilizada na maioria dos créditos habitação com taxa variável e mista. Sempre que é revista, o valor da prestação pode subir ou descer, afetando diretamente a taxa de esforço mensal. Mesmo pequenas variações podem ter impacto significativo, sobretudo em créditos de longo prazo.

Em 2026, o cenário mais provável é de maior estabilidade, mas com a possibilidade de ajustes graduais, dependendo da política monetária do Banco Central Europeu e da evolução da economia. Isto significa que, embora não se esperem subidas abruptas como as registadas no passado recente, o risco de aumentos progressivos continua a existir.

Para as famílias, a chave está na preparação. Aproveitar períodos de maior equilíbrio para organizar o orçamento, reforçar poupança ou amortizar parte do crédito pode fazer uma grande diferença no médio e longo prazo. Quem consegue reduzir o capital em dívida fica menos exposto a futuras variações da taxa de juro.

Outra estratégia passa por rever o tipo de taxa contratada. Em alguns casos, pode fazer sentido analisar soluções como a transferência de crédito ou a alteração do regime de taxa, sempre com uma avaliação cuidada do impacto total no contrato. Cada situação é única e deve ser analisada à luz da realidade financeira de cada agregado.

Ignorar a Euribor não é uma opção para quem tem crédito habitação. Acompanhar a sua evolução e antecipar cenários permite tomar decisões mais informadas e evitar surpresas desagradáveis no orçamento mensal.

Na Finativ, acompanhamos de perto a evolução das taxas e ajudamos a encontrar soluções que tragam maior previsibilidade e tranquilidade financeira.

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Seguros: quais são realmente essenciais em cada fase da vida?

Os seguros são muitas vezes vistos como uma despesa extra, mas na realidade funcionam como uma rede de proteção financeira. O que nem sempre é claro é que nem todos os seguros fazem sentido em todas as fases da vida. As necessidades mudam, e a proteção também deve mudar.

No início da vida adulta, quando surgem os primeiros rendimentos e responsabilidades, a prioridade costuma ser proteger a capacidade de trabalhar e gerar rendimento. Um seguro de saúde pode fazer a diferença no acesso rápido a cuidados médicos, enquanto um seguro de acidentes pessoais ajuda a prevenir impactos financeiros inesperados.

Quando surge um crédito habitação ou outras responsabilidades financeiras mais pesadas, o seguro de vida torna-se essencial. Mais do que uma exigência do banco, é uma garantia de estabilidade para a família, assegurando que, perante um imprevisto grave, o crédito não se transforma num problema financeiro para quem fica.

Com o crescimento da família, aumentam também as responsabilidades. Nesta fase, faz sentido reforçar coberturas, pensar em seguros de saúde mais completos e analisar soluções que incluam proteção em caso de doenças graves.

A tranquilidade de saber que há um plano em situações difíceis tem um valor que vai muito além do financeiro.

Já numa fase mais madura da vida, o foco passa muitas vezes pela preservação do património e pela estabilidade. Seguros multirriscos, seguros de saúde ajustados às novas necessidades e uma revisão regular das apólices ajudam a garantir que se continua protegido sem pagar mais do que o necessário.

O erro mais comum é contratar seguros por obrigação ou mantê-los durante anos sem qualquer revisão.

Um seguro desatualizado pode significar falta de proteção ou custos desnecessários. Por isso, rever periodicamente as coberturas é tão importante quanto contratar o seguro certo.

Na Finativ, acreditamos que os seguros devem acompanhar a vida de cada pessoa. A solução ideal não é igual para todos, é aquela que faz sentido para o momento em que está e para o futuro que quer construir.

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🏡 Crédito Habitação: quanto custa realmente comprar casa além da prestação?

Quando se pensa em comprar casa, a atenção vai quase sempre para a prestação mensal do crédito habitação. No entanto, esse valor é apenas uma parte do custo total de ter casa própria.

Para evitar surpresas e garantir uma decisão financeiramente segura, é essencial conhecer todas as despesas envolvidas desde o primeiro dia.

Antes da escritura, existem custos iniciais que muitas vezes são subestimados. Impostos como o IMT e o Imposto de Selo representam um valor significativo, variando consoante o preço do imóvel, a sua localização e se é habitação própria ou secundária. A estes juntam-se as despesas com escritura, registos e, em alguns casos, avaliação bancária.

Depois da compra, surgem os custos associados ao próprio crédito.

Para além da prestação mensal, que inclui capital e juros, é importante considerar os seguros obrigatórios. O seguro de vida e o seguro multirriscos são exigidos pelos bancos e representam um encargo fixo ao longo do tempo, que pode variar bastante consoante as coberturas e a entidade escolhida.

Há ainda despesas recorrentes que fazem parte da vida de proprietário: condomínio, manutenção do imóvel, pequenas reparações e, claro, o IMI. Estes custos, quando somados, podem ter um impacto relevante no orçamento mensal e devem ser tidos em conta no cálculo da taxa de esforço.

Outro ponto muitas vezes esquecido é a criação de uma margem de segurança. Comprar casa sem deixar espaço no orçamento para imprevistos pode tornar qualquer pequena alteração (como uma subida da Euribor ou uma despesa inesperada) num problema sério. Ter uma reserva financeira é fundamental para garantir tranquilidade a médio e longo prazo.

Comprar casa é um passo importante e, para muitos, o maior investimento da vida. Olhar apenas para a prestação pode dar uma falsa sensação de conforto. Avaliar o custo total permite tomar decisões mais conscientes, escolher soluções adequadas e evitar pressões financeiras futuras.

Na Finativ, ajudamos a analisar o crédito habitação de forma global, olhando para muito mais do que o valor mensal a pagar. Porque comprar casa deve ser sinónimo de segurança e não de preocupação.

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Como organizar as finanças do casal sem conflitos

Falar de dinheiro em casal nem sempre é fácil. Diferenças de hábitos, prioridades ou até de rendimentos podem gerar tensão e conflitos que, com organização e comunicação, são perfeitamente evitáveis.

A verdade é que uma boa gestão financeira a dois não depende de ganhar mais, mas sim de alinhar expectativas, objetivos e decisões.

O primeiro passo é a transparência. Ambos devem saber exatamente quanto ganham, quanto gastam e quais são as responsabilidades financeiras do casal. Esconder despesas ou evitar conversas sobre dinheiro tende a criar desconfiança e desequilíbrios que mais tarde se refletem em conflitos. Ter uma visão clara da realidade financeira é essencial para tomar decisões conscientes.

Depois, é importante definir um modelo de gestão que funcione para ambos. Alguns casais preferem juntar todos os rendimentos numa conta comum, outros optam por contas separadas com uma conta conjunta apenas para despesas partilhadas, como casa, alimentação e contas fixas. Não existe um modelo certo ou errado, existe o modelo que se adapta melhor à dinâmica do casal, desde que seja justo e acordado.

Estabelecer objetivos financeiros comuns é outro ponto-chave. Comprar casa, viajar, poupar para o futuro ou reduzir dívidas são metas que ganham mais força quando são partilhadas. Ter objetivos claros ajuda a dar sentido às decisões do dia a dia e reduz discussões sobre gastos aparentemente pequenos, mas que afetam o orçamento.

Também é fundamental respeitar a individualidade. Mesmo com finanças organizadas em conjunto, cada pessoa deve ter liberdade para pequenas despesas pessoais, sem necessidade de justificações constantes. Este equilíbrio entre o “nós” e o “eu” contribui para uma relação mais saudável,  financeira e emocionalmente.

Por fim, rever regularmente a situação financeira do casal faz toda a diferença. A vida muda, os rendimentos evoluem, surgem novos projetos e imprevistos. Reservar um momento mensal ou trimestral para conversar sobre dinheiro ajuda a antecipar problemas e a ajustar o plano sempre que necessário.

Organizar as finanças em casal não deve ser um motivo de stress, mas sim uma ferramenta para construir estabilidade, confiança e projetos de vida em comum.

Quando ambos caminham na mesma direção, as decisões tornam-se mais simples e o futuro mais tranquilo.

Na Finativ acreditamos que uma boa saúde financeira começa com decisões bem informadas, e isso inclui saber gerir o dinheiro a dois, com equilíbrio e clareza.

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Fiadores: quando são necessários e como influenciam a aprovação do crédito

Ter um fiador no crédito habitação é algo cada vez mais comum, sobretudo entre jovens compradores ou famílias que estão a dar o primeiro passo para adquirir casa.

Mas afinal, quando é que um fiador é realmente necessário e de que forma influencia a aprovação do crédito?

Na prática, o fiador funciona como uma garantia extra para o banco. Isto significa que, se o titular do crédito falhar, o fiador assume a responsabilidade pelo pagamento. Embora esta seja uma decisão importante e que deve ser assumida com total consciência, há situações em que a presença de um fiador faz toda a diferença para viabilizar o processo.

Os bancos costumam pedir um fiador quando a taxa de esforço do cliente está muito próxima do limite aceite, quando há alguma instabilidade laboral ou quando o histórico financeiro levanta dúvidas. Também pode acontecer simplesmente porque o rendimento do titular não é suficiente para o valor do financiamento pretendido, ou porque o perfil do cliente é jovem e ainda não tem grandes anos de historial bancário.

A presença de um fiador reforça a segurança do banco e aumenta a probabilidade de aprovação, mas isso não significa que resolverá todos os problemas!

O fiador também passa por análise financeira completa. O banco avalia rendimentos, estabilidade profissional, responsabilidades existentes e o seu próprio histórico de crédito. Ou seja, não basta ter alguém disponível, é preciso que essa pessoa reúna condições sólidas.

É igualmente importante perceber que ser fiador é um compromisso real e de longo prazo. Muitas pessoas aceitam ajudar familiares sem compreender que, no caso de incumprimento, o seu próprio património pode ser chamado para responder pela dívida. É por isso que esta decisão deve ser pensada com responsabilidade e sempre bem explicada entre as partes envolvidas.

Para quem está a pedir crédito, ter um fiador pode ser a chave para melhorar condições, aprovar um valor mais ajustado às necessidades ou até conseguir spreads mais competitivos. No entanto, é fundamental avaliar alternativas antes de seguir por este caminho. Em muitos casos, ajustar o valor do crédito, rever o seguro, aumentar o prazo ou optar por um imóvel mais adequado ao orçamento pode evitar a necessidade de um fiador.

Contar com orientação profissional pode fazer toda a diferença.

Na Finativ analisamos o perfil do cliente, avaliamos se existe necessidade real de fiador e procuramos a solução mais segura e vantajosa em vários bancos parceiros, sempre com total transparência.

Comprar casa deve ser uma decisão tranquila, e entender o papel do fiador é parte essencial desse caminho.

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Educação financeira: porque saber mais é a melhor forma de poupar

Falar de dinheiro ainda é, para muitas pessoas, um tema desconfortável. No entanto, a falta de conhecimento financeiro continua a ser uma das principais razões para decisões pouco vantajosas, endividamento excessivo e stress constante ao longo da vida.

A educação financeira não é sobre ganhar mais dinheiro, mas sobre saber geri-lo melhor.

Compreender conceitos simples como taxa de esforço, juros, prazos ou seguros permite tomar decisões mais conscientes e evitar erros que custam caro a médio e longo prazo. Muitas famílias acabam por pagar mais do que o necessário simplesmente por não compararem opções ou por não saberem que existem alternativas mais ajustadas à sua realidade.

A educação financeira ajuda também a planear o futuro.

Saber criar um orçamento, definir prioridades e estabelecer objetivos claros permite antecipar despesas importantes, como a compra de casa, a educação dos filhos ou a reforma. Quando existe planeamento, os imprevistos têm menos impacto e as decisões tornam-se mais seguras.

Outro benefício importante é a capacidade de avaliar riscos.

Entender a importância de um seguro adequado ou de uma reserva financeira faz toda a diferença quando surgem situações inesperadas. Mais do que proteger o património, trata-se de proteger a estabilidade da família.

Num contexto económico em constante mudança, estar informado é uma vantagem. As taxas de juro, as condições de crédito e as soluções financeiras evoluem, e quem acompanha essa evolução está melhor preparado para ajustar estratégias e aproveitar oportunidades.

Na Finativ acreditamos que clientes informados tomam melhores decisões. Por isso, apostamos na proximidade, na explicação clara e no acompanhamento personalizado, porque a verdadeira poupança começa no conhecimento.

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