O papel do Intermediário de Crédito na proteção do consumidor Posted on 18 de Maio, 202619 de Maio, 2026 by Andreia Sá Nos últimos anos, o acesso à informação financeira tornou-se mais fácil do que nunca. Existem simuladores, comparadores, conteúdos online e múltiplas ofertas disponíveis em poucos cliques. À primeira vista, este cenário sugere que o consumidor está mais preparado para decidir. No entanto, a realidade é mais complexa. Ter acesso à informação não significa, necessariamente, compreendê-la. A quantidade de opções disponíveis pode, muitas vezes, gerar o efeito contrário ao esperado: indecisão, confusão e decisões baseadas apenas em critérios superficiais. Taxas mais baixas, prestações mais reduzidas ou campanhas momentâneas tornam-se fatores dominantes, enquanto elementos estruturais ficam em segundo plano. É neste contexto que o papel do intermediário de crédito assume uma importância crescente. Mais do que apresentar propostas, o intermediário atua como um elemento de tradução e enquadramento. O seu trabalho não se limita a comparar números, mas a interpretar soluções à luz da realidade de cada cliente. Isto implica compreender a situação financeira, os objetivos, a estabilidade e a capacidade de adaptação a diferentes cenários. Uma proposta pode parecer vantajosa no papel, mas não ser adequada para determinada fase da vida. Pode ter condições atrativas no imediato, mas implicar limitações futuras. Sem análise contextual, estas nuances passam despercebidas. O intermediário introduz precisamente essa camada de análise. Ao apresentar diferentes cenários, ao explicar implicações e ao ajudar a estruturar a decisão, contribui para reduzir o risco de escolhas desajustadas. E este ponto é fundamental: a proteção do consumidor não acontece apenas através da informação, mas através da compreensão dessa informação. Existe também uma dimensão emocional frequentemente ignorada. Decisões financeiras importantes são, muitas vezes, acompanhadas por dúvida, insegurança e pressão. Ter acompanhamento permite reduzir essa carga e transformar uma decisão potencialmente stressante num processo mais claro e controlado. Importa também referir que o intermediário não substitui a decisão do cliente. O seu papel é melhorar a qualidade dessa decisão, fornecendo contexto, alternativas e uma leitura mais abrangente do impacto financeiro. Num mercado cada vez mais dinâmico, onde as condições mudam e as opções se multiplicam, o verdadeiro valor não está apenas em ter acesso a soluções. Está em saber interpretá-las corretamente. E é precisamente aí que a intermediação de crédito se torna uma ferramenta de proteção, não apenas financeira, mas também estratégica. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
A diferença entre precisar de crédito e saber utilizá-lo estrategicamente Posted on 12 de Maio, 202618 de Maio, 2026 by Andreia Sá Existe uma diferença importante, e muitas vezes ignorada, entre recorrer ao crédito por necessidade e utilizá-lo de forma estratégica. No primeiro caso, o crédito surge como resposta a uma urgência. Uma solução para resolver uma situação imediata. No segundo, o crédito é integrado numa visão mais ampla, onde cada decisão está alinhada com um objetivo e uma estrutura financeira pensada. O crédito não é, por si só, positivo ou negativo. O seu impacto depende da forma como é utilizado. Quando não existe estratégia, cada decisão é isolada. Assume-se um compromisso sem ligação ao resto da estrutura financeira. A análise foca-se no imediato: na prestação, na aprovação, na possibilidade. Com estratégia, o crédito passa a ser uma ferramenta. Um instrumento que permite organizar decisões, otimizar recursos e criar equilíbrio ao longo do tempo. Isto implica olhar para além do presente. Significa perceber o impacto do compromisso no médio prazo. Avaliar a capacidade de adaptação a mudanças. Considerar cenários e não apenas condições atuais. Um crédito bem estruturado não se sente todos os meses. Integra-se na vida de forma natural. Permite avançar sem comprometer estabilidade. Por outro lado, um crédito assumido sem estratégia tende a criar pressão contínua. Mesmo quando é suportável, pode limitar decisões futuras e reduzir margem de manobra. A diferença não está no acesso ao crédito. Está na forma como ele é enquadrado. Saber utilizar crédito estrategicamente não exige complexidade. Exige clareza. Clareza sobre a própria realidade financeira. Sobre objetivos. Sobre limites. Sobre prioridades. No fundo, exige uma pergunta simples:“Esta decisão encaixa na vida que quero construir?” Se a resposta for clara, o crédito deixa de ser um risco e passa a ser uma ferramenta de construção. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O impacto das decisões a longo prazo Posted on 7 de Maio, 20267 de Maio, 2026 by Andreia Sá As decisões financeiras são, muitas vezes, avaliadas pelo seu impacto imediato. A prestação mensal, o valor disponível, a aprovação rápida ou a sensação de alívio no momento. No entanto, a verdadeira dimensão dessas decisões raramente está no presente. Está no tempo. Uma decisão financeira não se esgota no momento em que é tomada. Prolonga-se. Adapta-se. Acompanha diferentes fases da vida e reage a contextos que, no momento da decisão, ainda não existem. É precisamente esta dimensão que tende a ser subestimada. Quando o foco está apenas no imediato, é fácil privilegiar soluções que resolvem uma necessidade presente, mas que não foram pensadas para o longo prazo. A decisão parece correta no momento, mas pode tornar-se limitadora com o tempo. O impacto a longo prazo não é apenas financeiro. É estrutural. Uma decisão influencia a capacidade de assumir novos compromissos, de reagir a imprevistos, de aproveitar oportunidades ou, simplesmente, de viver com mais tranquilidade. Existe também um efeito acumulativo. Pequenas diferenças, numa taxa, numa condição, numa escolha, podem parecer irrelevantes no curto prazo, mas tornam-se significativas quando observadas ao longo dos anos. É aqui que o tempo amplifica as decisões. Por outro lado, decisões bem estruturadas tendem a integrar-se de forma natural na vida. Não criam pressão constante, não limitam escolhas futuras e permitem uma adaptação mais tranquila a diferentes fases. Mas para isso, é necessário mudar o ponto de vista. Decidir não apenas com base no que é possível hoje, mas no que continuará a fazer sentido amanhã. Isto implica fazer perguntas diferentes:Como se comporta esta decisão ao longo do tempo?Continua ajustada se o contexto mudar?Permite flexibilidade? Nem sempre é possível prever tudo. Mas é possível antecipar cenários. E essa antecipação faz toda a diferença. Outro fator importante é a percepção de esforço. Uma decisão que parece confortável no presente pode tornar-se exigente no futuro, sobretudo se não existir margem para adaptação. O equilíbrio não se mede apenas pela capacidade de cumprir, mas pela forma como se cumpre. Com tranquilidade ou com pressão. No fundo, o impacto das decisões financeiras a longo prazo está diretamente ligado à qualidade da análise no momento da escolha. Não se trata de evitar decisões. Trata-se de as enquadrar. De compreender que cada decisão é, na prática, um compromisso com o futuro. E que esse compromisso deve ser assumido com clareza, consciência e uma visão que vá além do imediato. Porque, no final, o que define uma boa decisão financeira não é apenas o efeito que tem hoje. É a forma como se mantém ao longo do tempo. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
IRS: como pequenas decisões financeiras ao longo do ano fazem diferença no reembolso Posted on 24 de Abril, 202628 de Abril, 2026 by Andreia Sá Para muitas pessoas, o IRS é vivido como um momento isolado no calendário: entrega-se a declaração, espera-se o resultado e reage-se ao valor a receber ou a pagar. No entanto, esta perceção é enganadora. O IRS não começa em abril, começa muito antes, nas decisões financeiras tomadas ao longo de todo o ano. Cada escolha tem impacto. Desde a forma como se organiza o orçamento mensal, aos créditos assumidos, aos seguros contratados ou às despesas registadas. Muitas famílias perdem oportunidades simplesmente por falta de organização ou desconhecimento, não porque ganham pouco, mas porque não acompanham o impacto das suas decisões. Um crédito mal estruturado, por exemplo, pode limitar a capacidade financeira mensal e reduzir margem para poupança ou organização de despesas relevantes. Da mesma forma, seguros contratados sem revisão podem representar custos excessivos que, ao longo do ano, pesam no orçamento e acabam por se refletir na declaração anual. O IRS é, no fundo, um espelho. Reflete hábitos, decisões e prioridades. Quanto mais consciência existir durante o ano, menos surpresas aparecem no final. Olhar para o IRS como um resultado contínuo (e não como um evento isolado) permite transformar um momento de stress num momento de controlo. _________________________________________________________________________ INSTAGRAM O resultado do IRS não depende apenas do momento da entrega. Muitas decisões ao longo do ano podem influenciar o valor final. No blog da Finativ mostramos como pequenos hábitos podem ter impacto no reembolso. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Organizar as finanças na primavera é mais do que uma metáfora Posted on 23 de Abril, 202624 de Abril, 2026 by Andreia Sá A primavera é tradicionalmente associada a renovação. Arrumam-se casas, mudam-se rotinas, redefinem-se objetivos. Esta lógica aplica-se de forma muito natural às finanças pessoais, ainda que muitas vezes seja ignorada. Após os meses de inverno, marcados por despesas acrescidas, compromissos familiares e menor flexibilidade financeira, a primavera surge como um momento ideal para rever decisões. Não para cortar drasticamente, mas para reorganizar com consciência. Organizar as finanças passa por identificar o que continua a fazer sentido e o que já não acompanha a realidade atual. Créditos assumidos noutro contexto, seguros que nunca mais foram revistos, despesas fixas que cresceram sem controlo, tudo isto tende a acumular-se silenciosamente. Tal como numa casa, quando se elimina o excesso, ganha-se espaço. Nas finanças, ganha-se margem. Margem para poupar, para decidir melhor e para enfrentar imprevistos com menos ansiedade. A organização financeira é, muitas vezes, um exercício de alívio mental tanto quanto financeiro. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Planeamento financeiro não é controlo, é liberdade Posted on 21 de Abril, 202621 de Abril, 2026 by Andreia Sá Planeamento financeiro continua a ser confundido com restrição. Com listas rígidas, abdicações constantes e ausência de espontaneidade. Na prática, acontece o oposto. Quem planeia sabe até onde pode ir. Quem não planeia vive permanentemente a reagir. O planeamento não elimina escolhas, dá-lhes contexto. Permite decidir com consciência, em vez de decidir por impulso ou necessidade. Ter um plano financeiro é criar estrutura para a vida real: com imprevistos, mudanças e objetivos. É saber que existe margem para errar, para adaptar e para crescer. A verdadeira liberdade financeira não vem da ausência de compromissos, mas da capacidade de os gerir com segurança. Planear é, acima de tudo, um ato de responsabilidade consigo próprio e com o futuro que se quer construir. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
A importância de alinhar decisões financeiras com a fase da vida Posted on 15 de Abril, 202621 de Abril, 2026 by Andreia Sá Uma decisão financeira não existe isoladamente , ela vive dentro de uma fase da vida. O que faz sentido aos 25 pode não fazer aos 40. O que é adequado antes de ter filhos pode tornar-se insuficiente depois. Muitos problemas financeiros surgem não por más decisões, mas por decisões que ficaram desatualizadas. Compromissos assumidos num determinado contexto permanecem ativos mesmo quando a realidade muda. Alinhar decisões com a fase da vida é um exercício contínuo. Exige revisão, adaptação e, por vezes, coragem para mudar o que já parecia definitivo. Não se trata de recomeçar do zero, mas de ajustar o percurso. Quando as decisões acompanham a vida real, o dinheiro deixa de ser um obstáculo e passa a ser um apoio. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Sentir “peso financeiro” é um sinal que não deve ser ignorado Posted on 10 de Abril, 202610 de Abril, 2026 by Andreia Sá Muitas pessoas não estão em incumprimento, não falham pagamentos e, ainda assim, sentem que algo não está bem. Um peso constante, uma ansiedade silenciosa sempre que surge uma despesa inesperada ou quando se pensa no futuro. Esse peso financeiro é um sinal. Não significa necessariamente que exista um problema grave, mas indica que algo pode estar desalinhado. Pode ser uma taxa de esforço demasiado elevada, compromissos acumulados ou simplesmente falta de margem para respirar. Ignorar este sinal é comum, porque o problema não é visível nem urgente. Mas com o tempo, esse desconforto tende a crescer. O que hoje é apenas preocupação pode tornar-se limitação amanhã. Ouvir este sinal e analisá-lo com calma permite ajustar antes que a situação se torne pesada. Rever decisões, reorganizar prioridades ou simplesmente ganhar clareza pode fazer uma diferença enorme na qualidade de vida. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Compreender é mais importante do que escolher rápido Posted on 9 de Abril, 202610 de Abril, 2026 by Andreia Sá Escolher rápido pode dar a sensação de avanço. Compreender, por outro lado, cria segurança. No contexto financeiro, esta diferença é fundamental. Muitas decisões são tomadas com base em títulos, valores ou recomendações rápidas, sem verdadeira compreensão do impacto total. Quando algo não é totalmente entendido, o risco não desaparece, apenas fica escondido. Compreender significa saber o que se está a assumir, por quanto tempo e com que consequências. Significa perceber como uma decisão se comporta em diferentes cenários e se continua a fazer sentido quando algo muda. Escolhas feitas com compreensão tendem a resistir melhor ao tempo. Criam menos surpresas, menos frustração e mais confiança no caminho seguido. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
A diferença entre decidir com pressa e decidir com consciência Posted on 1 de Abril, 20261 de Abril, 2026 by Andreia Sá Existe a ideia de que decisões financeiras acontecem num instante: assinar um contrato, escolher uma proposta, avançar ou recuar. Na prática, as decisões mais importantes raramente deveriam ser tratadas como um momento isolado. São, na verdade, o resultado de um processo. Um processo financeiro saudável começa muito antes da assinatura. Começa na análise da realidade atual: rendimentos, estabilidade, compromissos existentes, objetivos pessoais e margem para imprevistos. Ignorar esta fase é como construir uma casa sem avaliar o terreno. Depois vem a fase da informação. Não apenas recolher dados, mas compreendê-los. Taxas, prazos, impactos futuros e riscos precisam de ser traduzidos para a realidade de quem decide. Informação sem interpretação não orienta, confunde. A fase seguinte é a comparação consciente. Não comparar apenas valores, mas cenários. O que acontece se algo mudar? Se o rendimento variar? Se surgirem novas responsabilidades? Uma decisão financeira sólida deve resistir a diferentes contextos, não apenas ao cenário ideal. Por fim, a decisão. Quando o processo é bem feito, decidir deixa de ser um salto no escuro e passa a ser um passo consciente. Mesmo que o caminho escolhido não seja o mais rápido, tende a ser o mais sustentável. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Tomar boas decisões financeiras é um processo, não um momento Posted on 31 de Março, 202631 de Março, 2026 by Andreia Sá Existe a ideia de que decisões financeiras acontecem num instante: assinar um contrato, escolher uma proposta, avançar ou recuar. Na prática, as decisões mais importantes raramente deveriam ser tratadas como um momento isolado. São, na verdade, o resultado de um processo. Um processo financeiro saudável começa muito antes da assinatura. Começa na análise da realidade atual: rendimentos, estabilidade, compromissos existentes, objetivos pessoais e margem para imprevistos. Ignorar esta fase é como construir uma casa sem avaliar o terreno. Depois vem a fase da informação. Não apenas recolher dados, mas compreendê-los. Taxas, prazos, impactos futuros e riscos precisam de ser traduzidos para a realidade de quem decide. Informação sem interpretação não orienta, confunde. A fase seguinte é a comparação consciente. Não comparar apenas valores, mas cenários. O que acontece se algo mudar? Se o rendimento variar? Se surgirem novas responsabilidades? Uma decisão financeira sólida deve resistir a diferentes contextos, não apenas ao cenário ideal. Por fim, a decisão. Quando o processo é bem feito, decidir deixa de ser um salto no escuro e passa a ser um passo consciente. Mesmo que o caminho escolhido não seja o mais rápido, tende a ser o mais sustentável. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Quando faz sentido pedir ajuda financeira (e porque esperar pode sair caro) Posted on 30 de Março, 2026 by Andreia Sá Pedir ajuda financeira ainda é, para muitas pessoas, um sinal de fraqueza ou de falta de controlo. Na realidade, é exatamente o contrário. Reconhecer que uma decisão financeira é complexa e procurar apoio especializado é um sinal de responsabilidade e maturidade. Grande parte das decisões financeiras mais relevantes, como comprar casa, reorganizar créditos ou escolher seguros, têm impacto a longo prazo. Pequenos erros no início podem traduzir-se em anos de custos desnecessários ou limitações financeiras. Esperar demasiado tempo para pedir ajuda pode significar perder oportunidades ou manter compromissos desajustados. Muitas pessoas só procuram aconselhamento quando já existe pressão no orçamento. No entanto, é precisamente antes de surgirem dificuldades que o acompanhamento faz mais sentido. Analisar opções com tempo permite escolher com clareza, comparar cenários e antecipar riscos. Pedir ajuda não é delegar decisões, é tomar decisões mais bem informadas. É compreender implicações, alinhar escolhas com objetivos de vida e garantir que cada passo é sustentável. Na Finativ acreditamos que o aconselhamento certo não resolve apenas problemas. Previne-os. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Tomar decisões financeiras sem aconselhamento sai quase sempre mais caro Posted on 24 de Março, 2026 by Andreia Sá Vivemos numa era de excesso de informação. Simuladores online, comparadores, opiniões em fóruns e redes sociais estão à distância de um clique. Ainda assim, quando o tema é dinheiro, ter acesso à informação não significa, necessariamente, tomar boas decisões. O principal risco das decisões financeiras sem aconselhamento não está na falta de dados, mas na ausência de contexto. Cada situação financeira é única: rendimentos, estabilidade profissional, responsabilidades familiares, objetivos futuros e tolerância ao risco variam de pessoa para pessoa. Quando se decide apenas com base em valores médios ou exemplos genéricos, o resultado pode ser um compromisso desajustado à realidade individual. No crédito, por exemplo, focar-se apenas na taxa mais baixa pode levar a prazos pouco sustentáveis, prestações demasiado elevadas ou falta de margem para imprevistos. Nos seguros, contratar coberturas sem compreender verdadeiramente o que está incluído pode significar pagar por algo que não responde às necessidades reais. O aconselhamento financeiro não serve para acelerar decisões, mas para as tornar mais seguras. Um acompanhamento adequado permite analisar cenários, antecipar riscos e perceber o impacto de cada escolha ao longo do tempo, e não apenas no momento da contratação. Decidir sozinho pode parecer mais rápido. Decidir bem, com informação clara e apoio especializado, é quase sempre mais económico a médio e longo prazo. Na Finativ acreditamos que o verdadeiro valor está em ajudar a escolher com consciência, e não apenas em apresentar soluções. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Porque comparar propostas não é o mesmo que escolher bem Posted on 17 de Março, 2026 by Andreia Sá Comparar propostas é um passo importante, mas não garante, por si só, uma boa decisão financeira. Muitas vezes, a comparação limita-se a taxas, prestações ou valores imediatos, ignorando fatores essenciais que fazem toda a diferença no longo prazo. Cada proposta deve ser analisada no seu contexto. Prazo, flexibilidade, impacto futuro, riscos associados e capacidade de adaptação são elementos tão importantes quanto o valor apresentado. Uma solução aparentemente mais barata pode tornar-se mais pesada com o tempo. Além disso, comparar sem compreender pode gerar confusão em vez de clareza. Informação em excesso, sem orientação, dificulta a decisão e aumenta a probabilidade de erro. Escolher bem implica compreender o que está por trás dos números e perceber como cada opção se ajusta à realidade financeira atual e futura. Na Finativ, o nosso foco não está em apresentar muitas opções, mas em ajudar a identificar a opção certa. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Porque adiar decisões financeiras também é uma decisão (e tem custos) Posted on 14 de Março, 202616 de Março, 2026 by Andreia Sá Adiar decisões financeiras é algo comum. Muitas pessoas preferem esperar “por uma fase melhor”, por mais estabilidade ou por mais informação. No entanto, o adiamento constante não é neutro, é, por si só, uma decisão com impacto financeiro. Quando uma decisão é adiada, os custos continuam a existir. Uma prestação desajustada, um crédito mal estruturado ou um seguro inadequado mantêm-se ativos enquanto nada é feito. O problema é que esses custos são silenciosos e acumulam-se ao longo do tempo. Além disso, o adiamento tende a ser motivado por medo de errar. A complexidade dos temas financeiros faz com que muitas pessoas prefiram não mexer, acreditando que a situação “não está assim tão má”. Porém, sem análise, não há como saber se existem alternativas mais equilibradas ou seguras. Decidir não é agir de forma impulsiva. Pelo contrário, é analisar, compreender e escolher com consciência. Mesmo que a decisão final seja manter tudo como está, esse passo traz clareza e tranquilidade. Na Finativ, acreditamos que a informação certa, no momento certo, transforma o medo em confiança. Não decidir também tem um preço, e muitas vezes é mais alto do que se imagina. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O que os bancos analisam hoje (e o que já não é tão relevante) Posted on 12 de Março, 202612 de Março, 2026 by Andreia Sá Os critérios de análise dos bancos evoluíram significativamente nos últimos anos. Aquilo que antes era determinante para a aprovação de um crédito pode já não ter o mesmo peso atualmente. Compreender esta evolução é essencial para quem se prepara para tomar decisões financeiras importantes. Hoje, mais do que o valor do rendimento isolado, os bancos valorizam a estabilidade financeira. Contratos de trabalho, histórico profissional e regularidade de rendimentos tornaram-se fatores centrais na análise de risco. A previsibilidade passou a ser tão importante quanto o montante recebido mensalmente. Outro aspeto relevante é o comportamento financeiro. O histórico de cumprimento de obrigações, a existência de outros créditos e a forma como o orçamento é gerido têm um impacto direto na decisão. Pequenos atrasos ou excessiva dependência de crédito podem pesar negativamente. Por outro lado, alguns elementos perderam importância relativa. Ter um rendimento elevado deixa de ser suficiente se a taxa de esforço for excessiva ou se não existir margem para absorver variações futuras, como subidas de taxas de juro. O perfil financeiro passou a ser analisado de forma mais global e realista. Os bancos procuram clientes sustentáveis, não apenas clientes com números atrativos no papel. Estar informado sobre estes critérios permite preparar melhor uma candidatura, corrigir fragilidades e aumentar as probabilidades de uma decisão positiva, sem surpresas. Os nossos gestores acompanham estas mudanças de perto para orientar cada processo de forma ajustada à realidade atual do mercado. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O impacto das decisões financeiras no bem-estar e na qualidade de vida Posted on 10 de Março, 202611 de Março, 2026 by Andreia Sá As decisões financeiras raramente são associadas ao bem-estar emocional. No entanto, poucas áreas da vida têm tanto impacto na tranquilidade, na saúde mental e na qualidade das relações pessoais quanto o dinheiro. Quando as finanças estão desorganizadas, o stress torna-se constante. Pequenas despesas geram ansiedade, imprevistos transformam-se em crises e o futuro é visto com preocupação em vez de expectativa. Este peso emocional afeta decisões, relações familiares e até desempenho profissional. Por outro lado, quando existe organização e previsibilidade, o efeito é imediato. Não significa ausência de problemas, mas maior capacidade de resposta. Saber que existe margem, planeamento e proteção reduz a sensação de instabilidade e devolve controlo. Decisões financeiras equilibradas permitem escolhas de vida mais livres. Mudar de emprego, investir na formação, aumentar a família ou simplesmente descansar tornam-se possibilidades reais quando o dinheiro deixa de ser um fator de pressão constante. Cuidar das finanças é, também, uma forma de autocuidado. Não porque elimina todas as dificuldades, mas porque cria estrutura para lidar com elas. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O custo invisível de um crédito mal ajustado Posted on 7 de Março, 20269 de Março, 2026 by Andreia Sá Nem todos os custos financeiros aparecem na prestação mensal. Um crédito mal ajustado pode parecer suportável no dia a dia, mas trazer consequências silenciosas que se acumulam ao longo do tempo. Quando a prestação consome uma fatia excessiva do rendimento, a margem de manobra desaparece. Poupar torna-se difícil, imprevistos transformam-se em problemas e decisões importantes acabam por ser adiadas. Este custo invisível não se reflete apenas em números, mas também em stress e perda de qualidade de vida. Outro impacto menos evidente é a limitação de escolhas futuras. Um crédito demasiado pesado pode impedir uma mudança profissional, a decisão de aumentar a família ou a concretização de novos projetos. O dinheiro fica preso a compromissos que poderiam ter sido melhor estruturados desde o início. Avaliar um crédito não deve resumir-se à aprovação ou ao valor mensal. Deve incluir a análise do impacto no estilo de vida, na segurança financeira e na capacidade de adaptação ao longo do tempo. Na Finativ, defendemos que um bom crédito é aquele que se encaixa na vida da pessoa, e não o contrário. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O crédito não é o problema, a falta de estratégia é Posted on 5 de Março, 20269 de Março, 2026 by Andreia Sá O crédito é, muitas vezes, visto como algo negativo ou perigoso. No entanto, a realidade é mais simples: o crédito, por si só, não é o problema. O problema surge quando é utilizado sem planeamento, sem estratégia e sem uma visão clara do impacto futuro. Para muitas famílias, o crédito é a única forma de concretizar projetos importantes, como a compra de casa, a aquisição de um automóvel ou a reorganização da vida financeira. Quando bem estruturado, pode ser uma ferramenta poderosa de estabilidade e crescimento. Quando mal planeado, transforma-se numa fonte constante de stress. A falta de estratégia manifesta-se, muitas vezes, na acumulação de créditos, em prazos mal ajustados ou em prestações que consomem uma fatia excessiva do rendimento mensal. Pequenas decisões tomadas em momentos diferentes acabam por criar um peso difícil de gerir ao longo do tempo. Uma estratégia financeira saudável passa por compreender a taxa de esforço, prever margens de segurança e garantir que o crédito não limita a capacidade de adaptação a imprevistos. Mais importante do que conseguir aprovação é garantir sustentabilidade. Pensar o crédito como parte de um plano global e não como uma solução imediata, muda completamente o resultado. Significa olhar para o presente, mas também para os próximos anos. Acreditamos que o crédito deve servir a vida das pessoas, e não condicioná-la. Estratégia é o que transforma uma obrigação num aliado. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Estabilidade financeira não é ganhar mais é decidir melhor Posted on 3 de Março, 20263 de Março, 2026 by Andreia Sá Existe a ideia generalizada de que os problemas financeiros se resolvem com mais rendimento. Embora ganhar mais possa ajudar, a estabilidade financeira está muito mais ligada à forma como as decisões são tomadas do que ao valor que entra todos os meses. Muitas famílias com rendimentos confortáveis vivem sob pressão constante, enquanto outras, com menos recursos, conseguem manter equilíbrio e tranquilidade. A diferença está na gestão, no planeamento e na capacidade de antecipar riscos. Decidir melhor implica compreender o impacto de cada compromisso financeiro ao longo do tempo. A estabilidade constrói-se com margem. Margem para imprevistos, para mudanças de vida e para oportunidades. E essa margem nasce de decisões conscientes, não de soluções rápidas. Na Finativ trabalhamos com base neste princípio: ajudar a criar estabilidade através de escolhas bem pensadas, ajustadas à realidade de cada pessoa, hoje e no futuro. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Rever créditos e seguros no início do ano: porque fevereiro é um bom momento Posted on 27 de Fevereiro, 20262 de Março, 2026 by Andreia Sá O início do ano é, para muitas famílias, um período de reorganização. Depois das despesas típicas do final do ano, fevereiro surge como um mês mais estável e ideal para olhar com atenção para a vida financeira. É precisamente nesta altura que rever créditos e seguros pode fazer mais sentido, e trazer poupanças reais ao longo do ano. Com o passar do tempo, é comum manter contratos exatamente como foram assinados, mesmo quando a situação financeira muda. Rendimentos diferentes, novas responsabilidades ou alterações no mercado podem tornar um crédito ou seguro menos ajustado à realidade atual. Rever estas condições permite identificar oportunidades de melhoria que muitas vezes passam despercebidas. No caso dos créditos, pequenas alterações podem ter grande impacto. Um spread mais competitivo, um prazo mais adequado ou até a consolidação de vários créditos num só podem reduzir a prestação mensal e aliviar a taxa de esforço. Fevereiro é um bom mês para fazer estas contas com calma, sem a pressão típica do final do ano. O mesmo acontece com os seguros. Muitas apólices são renovadas automaticamente, sem que as coberturas sejam analisadas. Isto pode significar pagar mais do que o necessário ou, pelo contrário, estar insuficientemente protegido. Rever seguros de vida, saúde, automóvel ou multirriscos garante que está protegido de acordo com a sua fase de vida, nem mais, nem menos. Outro ponto importante é a prevenção. Antecipar possíveis mudanças, como variações da Euribor ou novas despesas ao longo do ano, ajuda a construir um orçamento mais sólido. Ajustar créditos e seguros numa fase de maior estabilidade permite ganhar margem para lidar com imprevistos futuros. Fevereiro não é apenas mais um mês no calendário. É uma oportunidade para alinhar decisões financeiras com os objetivos do ano que começa, trazendo mais controlo, segurança e tranquilidade. Na Finativ, acreditamos que rever é tão importante quanto contratar. Porque decisões bem ajustadas hoje fazem toda a diferença no equilíbrio financeiro de amanhã. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Euribor em 2026: o que pode mudar no seu orçamento familiar? Posted on 24 de Fevereiro, 202625 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá A Euribor continua a ser um dos principais fatores a influenciar o orçamento das famílias portuguesas com crédito habitação. Depois de um período de fortes oscilações, muitos clientes questionam-se sobre o que pode acontecer em 2026 e como se devem preparar para possíveis mudanças. A Euribor é a taxa de referência utilizada na maioria dos créditos habitação com taxa variável e mista. Sempre que é revista, o valor da prestação pode subir ou descer, afetando diretamente a taxa de esforço mensal. Mesmo pequenas variações podem ter impacto significativo, sobretudo em créditos de longo prazo. Em 2026, o cenário mais provável é de maior estabilidade, mas com a possibilidade de ajustes graduais, dependendo da política monetária do Banco Central Europeu e da evolução da economia. Isto significa que, embora não se esperem subidas abruptas como as registadas no passado recente, o risco de aumentos progressivos continua a existir. Para as famílias, a chave está na preparação. Aproveitar períodos de maior equilíbrio para organizar o orçamento, reforçar poupança ou amortizar parte do crédito pode fazer uma grande diferença no médio e longo prazo. Quem consegue reduzir o capital em dívida fica menos exposto a futuras variações da taxa de juro. Outra estratégia passa por rever o tipo de taxa contratada. Em alguns casos, pode fazer sentido analisar soluções como a transferência de crédito ou a alteração do regime de taxa, sempre com uma avaliação cuidada do impacto total no contrato. Cada situação é única e deve ser analisada à luz da realidade financeira de cada agregado. Ignorar a Euribor não é uma opção para quem tem crédito habitação. Acompanhar a sua evolução e antecipar cenários permite tomar decisões mais informadas e evitar surpresas desagradáveis no orçamento mensal. Na Finativ, acompanhamos de perto a evolução das taxas e ajudamos a encontrar soluções que tragam maior previsibilidade e tranquilidade financeira. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Seguros: quais são realmente essenciais em cada fase da vida? Posted on 18 de Fevereiro, 202619 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá Os seguros são muitas vezes vistos como uma despesa extra, mas na realidade funcionam como uma rede de proteção financeira. O que nem sempre é claro é que nem todos os seguros fazem sentido em todas as fases da vida. As necessidades mudam, e a proteção também deve mudar. No início da vida adulta, quando surgem os primeiros rendimentos e responsabilidades, a prioridade costuma ser proteger a capacidade de trabalhar e gerar rendimento. Um seguro de saúde pode fazer a diferença no acesso rápido a cuidados médicos, enquanto um seguro de acidentes pessoais ajuda a prevenir impactos financeiros inesperados. Quando surge um crédito habitação ou outras responsabilidades financeiras mais pesadas, o seguro de vida torna-se essencial. Mais do que uma exigência do banco, é uma garantia de estabilidade para a família, assegurando que, perante um imprevisto grave, o crédito não se transforma num problema financeiro para quem fica. Com o crescimento da família, aumentam também as responsabilidades. Nesta fase, faz sentido reforçar coberturas, pensar em seguros de saúde mais completos e analisar soluções que incluam proteção em caso de doenças graves. A tranquilidade de saber que há um plano em situações difíceis tem um valor que vai muito além do financeiro. Já numa fase mais madura da vida, o foco passa muitas vezes pela preservação do património e pela estabilidade. Seguros multirriscos, seguros de saúde ajustados às novas necessidades e uma revisão regular das apólices ajudam a garantir que se continua protegido sem pagar mais do que o necessário. O erro mais comum é contratar seguros por obrigação ou mantê-los durante anos sem qualquer revisão. Um seguro desatualizado pode significar falta de proteção ou custos desnecessários. Por isso, rever periodicamente as coberturas é tão importante quanto contratar o seguro certo. Na Finativ, acreditamos que os seguros devem acompanhar a vida de cada pessoa. A solução ideal não é igual para todos, é aquela que faz sentido para o momento em que está e para o futuro que quer construir. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
🏡 Crédito Habitação: quanto custa realmente comprar casa além da prestação? Posted on 10 de Fevereiro, 202611 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá Quando se pensa em comprar casa, a atenção vai quase sempre para a prestação mensal do crédito habitação. No entanto, esse valor é apenas uma parte do custo total de ter casa própria. Para evitar surpresas e garantir uma decisão financeiramente segura, é essencial conhecer todas as despesas envolvidas desde o primeiro dia. Antes da escritura, existem custos iniciais que muitas vezes são subestimados. Impostos como o IMT e o Imposto de Selo representam um valor significativo, variando consoante o preço do imóvel, a sua localização e se é habitação própria ou secundária. A estes juntam-se as despesas com escritura, registos e, em alguns casos, avaliação bancária. Depois da compra, surgem os custos associados ao próprio crédito. Para além da prestação mensal, que inclui capital e juros, é importante considerar os seguros obrigatórios. O seguro de vida e o seguro multirriscos são exigidos pelos bancos e representam um encargo fixo ao longo do tempo, que pode variar bastante consoante as coberturas e a entidade escolhida. Há ainda despesas recorrentes que fazem parte da vida de proprietário: condomínio, manutenção do imóvel, pequenas reparações e, claro, o IMI. Estes custos, quando somados, podem ter um impacto relevante no orçamento mensal e devem ser tidos em conta no cálculo da taxa de esforço. Outro ponto muitas vezes esquecido é a criação de uma margem de segurança. Comprar casa sem deixar espaço no orçamento para imprevistos pode tornar qualquer pequena alteração (como uma subida da Euribor ou uma despesa inesperada) num problema sério. Ter uma reserva financeira é fundamental para garantir tranquilidade a médio e longo prazo. Comprar casa é um passo importante e, para muitos, o maior investimento da vida. Olhar apenas para a prestação pode dar uma falsa sensação de conforto. Avaliar o custo total permite tomar decisões mais conscientes, escolher soluções adequadas e evitar pressões financeiras futuras. Na Finativ, ajudamos a analisar o crédito habitação de forma global, olhando para muito mais do que o valor mensal a pagar. Porque comprar casa deve ser sinónimo de segurança e não de preocupação. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como organizar as finanças do casal sem conflitos Posted on 6 de Fevereiro, 20269 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá Falar de dinheiro em casal nem sempre é fácil. Diferenças de hábitos, prioridades ou até de rendimentos podem gerar tensão e conflitos que, com organização e comunicação, são perfeitamente evitáveis. A verdade é que uma boa gestão financeira a dois não depende de ganhar mais, mas sim de alinhar expectativas, objetivos e decisões. O primeiro passo é a transparência. Ambos devem saber exatamente quanto ganham, quanto gastam e quais são as responsabilidades financeiras do casal. Esconder despesas ou evitar conversas sobre dinheiro tende a criar desconfiança e desequilíbrios que mais tarde se refletem em conflitos. Ter uma visão clara da realidade financeira é essencial para tomar decisões conscientes. Depois, é importante definir um modelo de gestão que funcione para ambos. Alguns casais preferem juntar todos os rendimentos numa conta comum, outros optam por contas separadas com uma conta conjunta apenas para despesas partilhadas, como casa, alimentação e contas fixas. Não existe um modelo certo ou errado, existe o modelo que se adapta melhor à dinâmica do casal, desde que seja justo e acordado. Estabelecer objetivos financeiros comuns é outro ponto-chave. Comprar casa, viajar, poupar para o futuro ou reduzir dívidas são metas que ganham mais força quando são partilhadas. Ter objetivos claros ajuda a dar sentido às decisões do dia a dia e reduz discussões sobre gastos aparentemente pequenos, mas que afetam o orçamento. Também é fundamental respeitar a individualidade. Mesmo com finanças organizadas em conjunto, cada pessoa deve ter liberdade para pequenas despesas pessoais, sem necessidade de justificações constantes. Este equilíbrio entre o “nós” e o “eu” contribui para uma relação mais saudável, financeira e emocionalmente. Por fim, rever regularmente a situação financeira do casal faz toda a diferença. A vida muda, os rendimentos evoluem, surgem novos projetos e imprevistos. Reservar um momento mensal ou trimestral para conversar sobre dinheiro ajuda a antecipar problemas e a ajustar o plano sempre que necessário. Organizar as finanças em casal não deve ser um motivo de stress, mas sim uma ferramenta para construir estabilidade, confiança e projetos de vida em comum. Quando ambos caminham na mesma direção, as decisões tornam-se mais simples e o futuro mais tranquilo. Na Finativ acreditamos que uma boa saúde financeira começa com decisões bem informadas, e isso inclui saber gerir o dinheiro a dois, com equilíbrio e clareza. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Fiadores: quando são necessários e como influenciam a aprovação do crédito Posted on 3 de Fevereiro, 20265 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá Ter um fiador no crédito habitação é algo cada vez mais comum, sobretudo entre jovens compradores ou famílias que estão a dar o primeiro passo para adquirir casa. Mas afinal, quando é que um fiador é realmente necessário e de que forma influencia a aprovação do crédito? Na prática, o fiador funciona como uma garantia extra para o banco. Isto significa que, se o titular do crédito falhar, o fiador assume a responsabilidade pelo pagamento. Embora esta seja uma decisão importante e que deve ser assumida com total consciência, há situações em que a presença de um fiador faz toda a diferença para viabilizar o processo. Os bancos costumam pedir um fiador quando a taxa de esforço do cliente está muito próxima do limite aceite, quando há alguma instabilidade laboral ou quando o histórico financeiro levanta dúvidas. Também pode acontecer simplesmente porque o rendimento do titular não é suficiente para o valor do financiamento pretendido, ou porque o perfil do cliente é jovem e ainda não tem grandes anos de historial bancário. A presença de um fiador reforça a segurança do banco e aumenta a probabilidade de aprovação, mas isso não significa que resolverá todos os problemas! O fiador também passa por análise financeira completa. O banco avalia rendimentos, estabilidade profissional, responsabilidades existentes e o seu próprio histórico de crédito. Ou seja, não basta ter alguém disponível, é preciso que essa pessoa reúna condições sólidas. É igualmente importante perceber que ser fiador é um compromisso real e de longo prazo. Muitas pessoas aceitam ajudar familiares sem compreender que, no caso de incumprimento, o seu próprio património pode ser chamado para responder pela dívida. É por isso que esta decisão deve ser pensada com responsabilidade e sempre bem explicada entre as partes envolvidas. Para quem está a pedir crédito, ter um fiador pode ser a chave para melhorar condições, aprovar um valor mais ajustado às necessidades ou até conseguir spreads mais competitivos. No entanto, é fundamental avaliar alternativas antes de seguir por este caminho. Em muitos casos, ajustar o valor do crédito, rever o seguro, aumentar o prazo ou optar por um imóvel mais adequado ao orçamento pode evitar a necessidade de um fiador. Contar com orientação profissional pode fazer toda a diferença. Na Finativ analisamos o perfil do cliente, avaliamos se existe necessidade real de fiador e procuramos a solução mais segura e vantajosa em vários bancos parceiros, sempre com total transparência. Comprar casa deve ser uma decisão tranquila, e entender o papel do fiador é parte essencial desse caminho. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Educação financeira: porque saber mais é a melhor forma de poupar Posted on 3 de Fevereiro, 20264 de Fevereiro, 2026 by Andreia Sá Falar de dinheiro ainda é, para muitas pessoas, um tema desconfortável. No entanto, a falta de conhecimento financeiro continua a ser uma das principais razões para decisões pouco vantajosas, endividamento excessivo e stress constante ao longo da vida. A educação financeira não é sobre ganhar mais dinheiro, mas sobre saber geri-lo melhor. Compreender conceitos simples como taxa de esforço, juros, prazos ou seguros permite tomar decisões mais conscientes e evitar erros que custam caro a médio e longo prazo. Muitas famílias acabam por pagar mais do que o necessário simplesmente por não compararem opções ou por não saberem que existem alternativas mais ajustadas à sua realidade. A educação financeira ajuda também a planear o futuro. Saber criar um orçamento, definir prioridades e estabelecer objetivos claros permite antecipar despesas importantes, como a compra de casa, a educação dos filhos ou a reforma. Quando existe planeamento, os imprevistos têm menos impacto e as decisões tornam-se mais seguras. Outro benefício importante é a capacidade de avaliar riscos. Entender a importância de um seguro adequado ou de uma reserva financeira faz toda a diferença quando surgem situações inesperadas. Mais do que proteger o património, trata-se de proteger a estabilidade da família. Num contexto económico em constante mudança, estar informado é uma vantagem. As taxas de juro, as condições de crédito e as soluções financeiras evoluem, e quem acompanha essa evolução está melhor preparado para ajustar estratégias e aproveitar oportunidades. Na Finativ acreditamos que clientes informados tomam melhores decisões. Por isso, apostamos na proximidade, na explicação clara e no acompanhamento personalizado, porque a verdadeira poupança começa no conhecimento. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como Criar um Fundo de Emergência (Mesmo com Rendimento Normal) Posted on 29 de Janeiro, 202629 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Criar um fundo de emergência é um dos passos mais importantes para garantir estabilidade financeira. Não serve para luxos nem desejos momentâneos: é uma reserva criada exclusivamente para imprevistos, como uma avaria do carro, uma urgência de saúde ou uma quebra temporária no rendimento. É uma “almofada” que protege a família e evita entrar em dívidas quando algo inesperado acontece. Muita gente acredita que só é possível ter um fundo de emergência quando se ganha muito, mas isso não é verdade. O mais importante não é o valor inicial, mas sim a disciplina. Um fundo de emergência bem construído deve cobrir entre 3 a 6 meses de despesas essenciais, dependendo da estabilidade do emprego e da composição familiar. Para calcular este valor, basta somar as despesas fixas: casa, alimentação, transportes, seguros, saúde e créditos. O local onde guarda esta reserva é fundamental. Deve estar separado da conta do dia a dia, em algo seguro e de fácil acesso, como uma conta poupança ou depósito a prazo. O objetivo aqui não é investir, mas sim garantir liquidez. Guardar o fundo na conta à ordem é um erro comum, porque acaba por ser gasto sem intenção. A melhor forma de começar é com valores pequenos. Criar uma transferência automática mensal, seja 20€, 30€ ou 50€, é suficiente para iniciar o hábito. Com o tempo, pode reforçar com extras como o reembolso do IRS, bónus, ou qualquer entrada inesperada. Reduzir pequenos gastos supérfluos também pode ajudar a alcançar o objetivo mais rapidamente. Construir um fundo de emergência significa ter tranquilidade para enfrentar imprevistos sem comprometer o orçamento ou recorrer a crédito desnecessário. Mais do que dinheiro guardado, representa liberdade e segurança. Na Finativ ajudamos a analisar o seu orçamento e a organizar as suas prioridades financeiras para que consiga construir uma vida mais estável e preparada para o futuro. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
A Importância de ter um Intermediário do seu lado Posted on 22 de Janeiro, 202622 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Comprar casa é um dos maiores passos financeiros que uma família pode dar. Entre comparar propostas, analisar taxas, compreender seguros obrigatórios e perceber cláusulas contratuais, todo o processo pode ser complexo, e até intimidante. É aqui que a presença da Finativ faz toda a diferença: alguém que conhece o mercado, fala a “linguagem dos bancos” e defende sempre os interesses do cliente. Um intermediário de crédito é mais do que um facilitador. É um parceiro especializado que acompanha o cliente desde a simulação inicial até à escritura, explicando cada detalhe de forma simples e transparente. Ao contrário do cliente comum, que tende a comparar apenas duas ou três opções, o intermediário tem acesso a várias instituições e consegue identificar rapidamente a proposta que melhor se adapta ao rendimento, perfil e objetivos de cada pessoa. Um dos maiores benefícios é a poupança de tempo e energia. Em vez de perder horas em contactos, pedidos de documentos e comparações difíceis de interpretar, o cliente recebe tudo pronto, organizado e explicado. Além disso, a Finativ apresenta soluções que muitas vezes o cliente nem sabia que existiam, como campanhas ativas, spreads especiais, bonificações ou alternativas que reduzem significativamente o custo total do crédito. Outro ponto importante é a segurança. Com tantas variáveis (Euribor, TAN, TAEG, seguros, prazos, comissões) tomar uma decisão sozinho pode sair caro. A nossa empresa avalia tudo ao detalhe, antecipa riscos e garante que o cliente não escolhe uma proposta que possa comprometer o seu futuro financeiro. E o melhor? O serviço não tem custos para o cliente. A remuneração vem dos bancos, pelo que o acompanhamento, o estudo de mercado e toda a orientação são totalmente gratuitos. Ter a Finativ ao seu lado é ter alguém que trabalha consigo e para si, ajudando a transformar um processo complexo numa experiência simples e segura. E nós fazemos exatamente isso: garantimos que cada decisão é informada, consciente e alinhada com o que realmente importa: a tranquilidade financeira do cliente. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Avaliação Bancária: Como funciona, que influencia e como evitar surpresas Posted on 20 de Janeiro, 202622 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Para quem está a comprar casa, a avaliação bancária é um daqueles momentos que pode mudar tudo. Pode confirmar que está a pagar o preço justo… ou pode obrigar a renegociar com o vendedor, aumentar a entrada ou até adiar o sonho da casa. A verdade é simples: a aprovação e o valor do crédito dependem diretamente da avaliação.Por isso, entender como funciona é essencial para evitar frustrações e tomar decisões mais seguras. Neste artigo explicamos, de forma clara e prática, o que o avaliador analisa, porque podem existir diferenças entre o preço pedido e o valor final, e o que pode fazer para minimizar riscos. O que é, afinal, a avaliação bancária? A avaliação bancária é um relatório técnico elaborado por um avaliador certificado.O objetivo: determinar o valor real de mercado do imóvel que está a comprar. É com base neste valor (e não no preço pedido) que o banco define: quanto está disposto a financiar qual o risco associado ao crédito o rácio LTV (Loan-to-Value) se o processo segue ou é reavaliado Ou seja, mesmo que uma casa esteja anunciada por 250.000€, o banco só financia tendo por base o valor de avaliação, e não o valor anunciado. Como é feita a avaliação? A avaliação inclui três grandes etapas: a) Análise documental O avaliador analisa: caderneta predial licença de utilização áreas registadas afetação do imóvel histórico de transações eventuais divergências legais b) Visita ao imóvel O avaliador verifica presencialmente: estado geral (interior e exterior) áreas reais vs áreas registadas exposição solar materiais de construção conservação do edifício piso, ruído, acessos vista, orientação, luminosidade existência de elevador garagem, arrecadação, varandas envolvente e serviços próximos Pequenos detalhes influenciam bastante o valor. c) Comparáveis de mercado É feito um estudo das últimas transações na mesma zona (rua/quarteirão).Estes valores reais de venda são decisivos, muitas vezes mais do que a qualidade do imóvel. Porque é que a avaliação pode ser inferior ao preço pedido? Este cenário é muito comum, especialmente em zonas com grande procura, como Lisboa, Porto, Braga, Algarve e ilhas. As principais razões incluem: Preço de mercado inflacionado Se o vendedor “inflacionou” o preço, a avaliação não acompanha. Imóvel remodelado sem licenças Obras não declaradas podem reduzir o valor. Estado do edifício pior do que esperado Problemas estruturais, infiltrações, falta de manutenção. Falta de comparáveis ao mesmo preço O avaliador baseia-se em vendas reais, não em anúncios. Zona com oferta semelhante mais barata Mesmo a 500 metros de distância, pode haver grande diferença. 🚨 Impacto direto: Se a avaliação for mais baixa, o banco financia menos dinheiro, e o comprador precisa de maior entrada própria. Como a avaliação afeta o financiamento? (exemplo realista) Preço pedido pelo vendedor: 250.000€Avaliação do banco: 230.000€Financiamento máximo (90%): 207.000€ Ou seja, mesmo que o comprador conte com 90%, nunca irão financiar 90% de 250.000€, mas sim de 230.000€. Isso significa que o comprador terá de: ✔ aumentar a entrada própria✔ renegociar o preço✔ procurar outro imóvel✔ ou procurar outro banco Para muitas famílias, esta diferença é decisiva. Como evitar avaliações abaixo do esperado? Ninguém consegue garantir o valor da avaliação, mas é possível reduzir riscos. Aqui ficam estratégias eficazes: Peça uma avaliação prévia antes de pagar CPCV Muitos compradores assinam contratos-promessa com valores elevados sem confirmação bancária. Compare imóveis na mesma rua Use portais imobiliários, mas pesquise transações fechadas, não apenas anúncios. Verifique licenças e documentação Obras sem licença ou discrepâncias de áreas são penalizadas. Prefira imóveis com boa manutenção Edifícios degradados diminuem o valor independentemente do estado do interior. Recorra à Finativ A Finativ analisa vários bancos, e alguns bancos têm avaliações naturalmente mais conservadoras do que outros. O que fazer se a avaliação for baixa? Dependendo do caso, existem alternativas: ✔ Renegociar com o vendedor (muito comum)✔ Pedir uma reavaliação (quando existem dados novos)✔ Tentar outro banco (sim, as avaliações variam!)✔ Aumentar entrada própria A pior opção é desesperar. Há quase sempre alternativas reais. Conclusão A avaliação bancária pode parecer um obstáculo, mas é, na verdade, uma ferramenta importante para garantir que compra com segurança. Quanto mais preparado estiver, menor o risco de surpresas. A Finativ apoia em todo o processo, antes, durante e depois, com simulações, análises e pedidos de avaliação nos bancos mais alinhados com o perfil de cada cliente. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
7 Sinais que está pronto para comprar casa Posted on 15 de Janeiro, 202615 de Janeiro, 2026 by Andreia Sá Comprar casa é um passo importante e, muitas vezes, emocional. No entanto, mais do que desejar o imóvel certo ou encontrar a oportunidade perfeita, é essencial perceber se está realmente preparado para assumir esse compromisso financeiro de longo prazo. Existem sinais claros que mostram se está no momento certo para avançar, e reconhecer estes sinais pode evitar decisões precipitadas. O primeiro sinal é ter uma poupança sólida para a entrada e para os custos iniciais, como o IMT, imposto de selo e despesas de escritura. Contar apenas com financiamento é arriscado. Ter este montante disponível mostra estabilidade e responsabilidade financeira. Outro sinal é ter uma situação profissional estável. Não significa necessariamente ter contrato sem termo, mas sim um rendimento consistente e previsível. Os bancos valorizam estabilidade porque representa menor risco na aprovação do crédito. Saber gerir o próprio orçamento também é essencial. Se já acompanha as suas despesas, controla gastos e paga sempre as suas responsabilidades a tempo, isso indica maturidade financeira para assumir um crédito habitação. Ter um fundo de emergência é outro ponto importante. Comprar casa não deve esgotar as suas poupanças. Imprevistos acontecem, seja uma avaria no carro, uma despesa médica ou um mês mais apertado, e ter uma reserva para emergências evita recorrer ao crédito em momentos sensíveis. Compreender o funcionamento da Euribor e aceitar que as prestações podem subir ou descer também é um sinal de preparação. Comprar casa com taxa variável implica saber lidar com essas oscilações sem comprometer a tranquilidade do orçamento. Outro indicador é estar consciente dos custos que surgem após a compra: condomínio, manutenção, seguros, IMI e pequenas reparações. Muitas famílias planeiam apenas a prestação, esquecendo-se de tudo o resto. Por fim, um dos sinais mais importantes é ter consultado um intermediário de crédito. Falar com quem entende o mercado, analisa vários bancos e consegue indicar o valor máximo seguro para o seu perfil evita escolhas erradas e acelera o processo. Se estes sinais se alinham consigo, então está provavelmente no momento certo para avançar com a compra. Mais do que uma casa, trata-se de conquistar estabilidade, património e qualidade de vida, mas sempre com segurança! A Finativ está ao seu lado em cada passo, para garantir que compra a casa certa, ao preço certo e com o financiamento mais adequado ao seu orçamento. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como definir objetivos financeiros realistas para o novo ano Posted on 17 de Dezembro, 202517 de Dezembro, 2025 by Andreia Sá O início de um novo ano é o momento perfeito para traçar metas, e as finanças pessoais merecem um lugar especial nessa lista.Mas definir objetivos financeiros não é apenas dizer “quero poupar mais” ou “quero comprar casa”.O segredo está em definir metas realistas, mensuráveis e alinhadas com a sua vida. Na Finativ, acreditamos que planeamento é sinónimo de tranquilidade.Por isso, deixamos-lhe algumas dicas práticas para transformar boas intenções em resultados concretos. Comece por olhar para o seu ponto de partida Antes de definir metas, é essencial compreender onde está agora.Revise o seu orçamento, as suas despesas fixas, créditos e hábitos de consumo.Saber o ponto de partida é o primeiro passo para traçar um caminho sólido. 💡 Dica Finativ: olhe para o seu saldo mensal real, quanto sobra, quanto vai para prestações e quanto é possível destinar à poupança. Defina objetivos SMART Um bom objetivo é S.M.A.R.T.: S — Específico (ex.: “Quero poupar 1.000€ para férias”) M — Mensurável (pode acompanhar o progresso) A — Atingível (realista face ao seu rendimento) R — Relevante (importante para si) T — Temporal (com prazo definido) Divida as metas em curtas e longas Alguns objetivos são de curto prazo, como reduzir despesas mensais.Outros são de longo prazo, como comprar casa ou criar um fundo de emergência. 💬 Ao separar prazos, torna-se mais fácil priorizar e acompanhar o progresso. Automatize o que for possível Se tiver de pensar antes de poupar, é provável que acabe por adiar.Automatize transferências para poupança, pagamentos e seguros. O futuro agradece. 💡 Pagar-se a si mesmo primeiro é o segredo da consistência financeira. Reavalie e ajuste ao longo do ano Os planos servem para orientar, não para prender.A vida muda, e o seu planeamento deve acompanhar essa mudança.Reserve tempo trimestralmente para rever e ajustar metas. Conclusão Definir objetivos financeiros não é apenas uma tarefa de fim de ano. É um compromisso com o seu futuro.E não precisa de o fazer sozinho: na Finativ, ajudamos a transformar planos em decisões concretas, equilibradas e sustentáveis. 💬 Porque o primeiro passo para conquistar algo é acreditar que é possível e planear com propósito. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
🎄 5 dicas para viver o Natal sem entrar em “modo dívida” 🎄 Posted on 9 de Dezembro, 20259 de Dezembro, 2025 by Andreia Sá As luzes acendem, as listas de presentes crescem e o orçamento parece encolher, sim, é Natal outra vez!Mas este também pode ser o ano em que vive a época festiva com alegria, sem stress financeiro. Na Finativ, acreditamos que equilíbrio também é um presente. Por isso, deixamos-lhe 5 dicas simples para desfrutar do Natal sem comprometer as suas finanças 👇 Planeie o Natal com antecedência Faça uma lista de despesas: presentes, alimentação, viagens. Defina um teto máximo para cada categoria.Quando o planeamento vem primeiro, as surpresas ficam apenas nas prendas. 💡 Dica Finativ: crie um “orçamento de Natal” separado do resto das suas finanças mensais. Ofereça experiências, não apenas coisas Um jantar caseiro, uma carta escrita à mão ou um passeio especial podem valer muito mais do que um presente caro.As memórias têm um valor que não se mede em euros, lembre-se disso. Evite compras por impulso As promoções são tentadoras, mas o truque é simples:Se não estava na lista, não é prioridade. 💬 O melhor presente é começar o novo ano sem dívidas extras. Estabeleça limites claros Com familiares, amigos ou até consigo mesmo, defina o quanto quer e pode gastar.Falar sobre limites financeiros é um ato de maturidade, não de restrição. 🎄 O Natal é sobre presença, não sobre preço. Crie um fundo festivo para o próximo ano Aproveite o início de 2026 para começar a reservar um pequeno valor todos os meses.Quando chegar o próximo Natal, o seu orçamento vai agradecer e o espírito natalício também! Conclusão Celebrar o Natal com equilíbrio é possível! Basta planear e agir com consciência.Afinal, o melhor presente é entrar no novo ano com tranquilidade financeira. 🎅 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como aproveitar o final do ano para rever o seu crédito habitação e poupar em 2026 Posted on 2 de Dezembro, 20252 de Dezembro, 2025 by Andreia Sá O final do ano é, para muitos, tempo de balanço… rever objetivos, fazer planos e preparar o novo ciclo que vem aí.Mas também é o momento ideal para olhar para as suas finanças, especialmente para o crédito habitação, e perceber se ainda tem as melhores condições no mercado. Na Finativ, acreditamos que planear é cuidar. Por isso, deixamos-lhe algumas formas práticas de começar 2026 com mais equilíbrio e menos encargos. Reveja as condições do seu crédito atual Ao longo do tempo, o mercado muda (e as taxas também).Mesmo com um contrato estável, pode haver oportunidade de renegociar o spread ou transferir o crédito para outro banco com condições mais vantajosas. 💬 Uma simples diferença de 0,2% na taxa pode representar centenas de euros por ano em poupança. Avalie se faz sentido transferir o seu crédito A transferência de crédito habitação é uma das formas mais eficazes de reduzir custos.Permite-lhe mudar de banco, baixar o spread, ajustar prazos e até consolidar seguros associados. 🎁 Um pequeno gesto agora pode traduzir-se num grande alívio nas prestações de 2026. Analise os seus seguros O fim de ano também é o momento certo para rever os seguros associados ao crédito (vida e multirriscos).Por vezes, estas apólices são contratadas por obrigação inicial e não voltam a ser revistas, e há espaço para poupar sem perder proteção! 💬 A Finativ também o ajuda a comparar e ajustar os seus seguros, garantindo proteção e eficiência. Lembrando que tratamos de todos os tipos de seguros (não só associado ao crédito habitação). Reorganize o seu orçamento Com a chegada das festas, é fácil perder o controlo das despesas.Aproveite dezembro para rever as despesas fixas, créditos pessoais e objetivos financeiros.Defina um plano para entrar em 2026 com as contas em ordem e uma margem de segurança mensal. 💡 Pense no seu crédito como parte do planeamento global, não apenas como uma despesa isolada. Planeie hoje, para viver com mais tranquilidade amanhã O equilíbrio financeiro é um presente que se constrói.Rever o seu crédito habitação agora pode significar menos stress e mais estabilidade no novo ano. Na Finativ, acompanhamos cada etapa com simplicidade e apoio personalizado. Para que as suas decisões financeiras sejam tão seguras quanto os seus sonhos. Porque o melhor presente é saber que o seu futuro está bem planeado. 🎄 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como criar um orçamento familiar (e cumpri-lo!) Posted on 25 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Gerir as finanças da família não tem de ser um quebra-cabeças. Com um bom orçamento, ganha clareza, controlo e tranquilidade (mesmo quando surgem imprevistos). Na Finativ, acreditamos que o planeamento financeiro é o primeiro passo para uma vida mais equilibrada. Por isso, reunimos um guia simples para criar (e manter!) um orçamento familiar à prova de distrações. 1. Conheça os seus números Antes de tudo, é preciso saber com o que conta. Liste todos os rendimentos mensais líquidos da família: salários, pensões, apoios, rendas, etc. 💡 Dica Finativ: Seja realista. Não conte com valores incertos ou extraordinários (foque-se no que entra todos os meses). 2. Registe todas as despesas Divida as despesas em três grupos: Fixas: renda, créditos, seguros, mensalidades Variáveis: alimentação, transportes, lazer, saúde Ocasionais: aniversários, férias, manutenções Use uma folha de cálculo, uma app ou até um caderno. O importante é registar tudo, mesmo os pequenos gastos. 3. Estabeleça limites por categoria Defina tetos máximos para cada tipo de despesa. Isso ajuda a perceber onde está a gastar mais e onde pode ajustar. 4. Crie metas de poupança Reserve uma parte do rendimento para poupança, mesmo que seja simbólica. Pode ser para um fundo de emergência, férias ou projetos futuros. 💡 Dica Finativ: Automatize a poupança. Se sair logo no início do mês, não sente tanto. 5. Revise e ajuste todos os meses O orçamento não é estático. Reveja-o mensalmente, analise desvios e ajuste conforme necessário. A vida muda e o orçamento também. 🧠 Como manter o orçamento na linha? Envolva toda a família no processo Use alertas ou apps para controlar os gastos Evite compras por impulso Recompense-se quando cumpre as metas 🤝Como a Finativ pode ajudar? Acompanhamento financeiro personalizado Apoio na reorganização de créditos Simulações para melhorar a taxa de esforço Soluções ajustadas à sua realidade 💭 Fale connosco e comece a gerir o seu orçamento com inteligência. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Transferir o crédito habitação: quando compensa e como fazê-lo Posted on 24 de Novembro, 202524 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Se sente que está a pagar demasiado pelo seu crédito habitação, pode estar na hora de o rever. A boa notícia? Em muitos casos, transferir o crédito para outro banco pode representar uma poupança real e duradoura. Mas afinal, quando compensa fazer esta mudança, e o que precisa de saber antes de avançar? A Finativ explica tudo de forma simples. )👇🏼 🤔 O que uma transferência de crédito habitação? Transferir o crédito habitação significa mudar o seu empréstimo atual para outro banco que ofereça condições mais vantajosas, seja uma taxa de juro mais baixa, um spread mais reduzido ou menores custos associados aos seguros. Na prática, continua a pagar o mesmo empréstimo, mas com melhores condições e uma prestação mensal mais leve. Ǫuando é que compensa? Regra geral, compensa transferir o crédito quando: O spread ou a Euribor do novo banco é mais baixo do que o atual; Já passaram alguns anos desde que contratou o crédito e as taxas mudaram; As suas condições financeiras melhoraram (melhor rendimento, menos dívida, estabilidade profissional); O banco atual não oferece propostas competitivas ao ser contactado. 💡 Dica Finativ: mesmo uma descida pequena (por exemplo, 0,3% na taxa de juro) pode representar centenas de euros poupados por ano. O que muda com a transferência? Ao transferir o crédito, o novo banco líquida o valor em dívida no banco anterior e passa a ser o seu novo credor. Isto implica: Nova avaliação do imóvel (para confirmar o valor de mercado); Revisão de seguros (pode aproveitar para renegociar ou mudar de seguradora); Custos de escritura e formalização — que podem ser compensados pela poupança total obtida. Em muitos casos, o novo banco assume parte das despesas associadas à transferência. Ǫuanto se pode poupar? Depende do valor em dívida, da taxa de juro e do prazo restante. Mas, para dar uma ideia: 👉 Num crédito de 150.000 € a 30 anos, reduzir o juro em apenas 0,4% pode gerar uma poupança de mais de 10.000 € ao longo do contrato. Pequenas diferenças nas taxas fazem uma grande diferença no bolso. Como saber se vale a pena no seu caso? A forma mais simples é simular e comparar. Com base no seu contrato atual, é possível perceber de imediato se há margem para baixar a prestação. Na Finativ, analisamos o seu crédito e comparamos as condições junto dos nossos parceiros bancários, sem custos nem complicações. O objetivo é simples: encontrar a melhor proposta para si. Conclusão Transferir o crédito habitação é uma das formas mais eficazes de poupar sem alterar o estilo de vida. Mesmo que o alívio mensal pareça pequeno, a poupança acumulada ao longo dos anos é significativa. 👉 Se sente que está a pagar demais, o momento certo para agir é agora. 📞 Fale conosco e descubra quanto pode poupar ao transferir o seu crédito. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Seguro automóvel: O que precisa mesmo de saber Posted on 19 de Novembro, 202512 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Se tem carro, tem (ou vai ter) seguro automóvel. Mas será que sabe exatamente o que está a contratar? Na Finativ, acreditamos que proteger o seu veículo deve ser simples e ajustado à sua realidade. Por isso, reunimos os pontos essenciais que deve conhecer antes de escolher ou renovar o seu seguro. 1. Seguro de responsabilidade civil: o mínimo obrigatório É o seguro que cobre os danos que possa causar a terceiros (pessoas ou bens) em caso de acidente. É obrigatório por lei e sem ele não pode circular com o veículo. 2. Coberturas adicionais: vale a pena? Pode adicionar coberturas como: Danos próprios Quebra isolada de vidros Veículo de substituição 💡 Dica Finativ: Nem sempre o pacote mais caro é o mais adequado. Avalie o seu perfil de condução, o valor do carro e os riscos reais. 3. Franquia: o que é e como funciona? A franquia é o valor que fica a seu cargo em caso de sinistro. Quanto maior a franquia, mais baixa costuma ser a mensalidade, mas também maior o custo se tiver um acidente. 4. Atenção às exclusões Leia sempre as condições gerais e específicas. Exemplo: Fica excluído Acidentes sob efeito de álcool e estupefacientes Como a Finativ pode ajudar? Aconselhamento personalizado Comparação de propostas de várias seguradoras Explicação clara das coberturas e exclusões 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
O que é um crédito automóvel (e 5 erros comuns ao pedi-lo) Posted on 17 de Novembro, 202517 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Comprar carro novo é sempre um momento especial! Seja porque a familia aumentou ou por realização pessoal. Mas quando envolve crédito, é essencial tomar decisões informadas para evitar surpresas no orçamento. Na Finativ, ajudamos a transformar escolhas financeiras em decisões inteligentes. Por isso, reunimos tudo o que precisa de saber sobre crédito automóvel… e os erros que deve evitar. 🚗 O que é um crédito automóvel? É uma solução financeira que permite adquirir um carro (novo ou usado) sem pagar o valor total de imediato. Funciona como um empréstimo, onde o banco ou entidade financeira financia o valor do veículo e o cliente paga em prestações mensais, com juros, durante um período acordado. Existem dois tipos principais: Crédito automóvel com reserva de propriedade: O carro fica em nome da entidade financeira até ao pagamento total. É comum em compras de veículos novos. Crédito pessoal para compra de automóvel: O montante é usado para comprar o carro, mas o veículo fica logo em nome do cliente. Pode ser mais flexível, mas com taxas diferentes. Na Finativ, ajudamos a escolher a melhor opção para si, com base no seu perfil, orçamento e objetivos. Vamos agora analisar os 5 erros comuns ao pedir crédito automóvel (e como evitá-los) Não comparar propostas Aceitar a primeira oferta pode significar pagar mais do que precisa. Na Finativ, comparamos várias entidades bancárias para encontrar a melhor solução para si. Ignorar a TAEG Olhar apenas para a prestação mensal pode ser tentador, mas não é o ideal. A TAEG mostra o custo total do crédito, e é nela que deve focar-se. Pedir mais do que precisa Quanto maior o valor, maior o risco e os juros. Se já tem entrada disponível, use-a para reduzir o montante financiado Esquecer os custos adicionais Seguro, manutenção, impostos… o carro não vive só da prestação. Inclua tudo no seu planeamento para evitar surpresas. Não considerar o impacto no orçamento Antes de avançar, analise se a nova prestação cabe no seu dia a dia. O crédito automóvel deve facilitar a sua vida, não para a complicar. 💡Como a Finativ pode ajudar? Simulações ajustadas ao seu perfil Comparação de propostas de crédito Apoio na escolha de seguros obrigatórios Acompanhamento em todas as etapas 💬 Fale conosco e o seu sonho de ter um carro novo estará cada vez mais próximo. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito consolidado: o que é e como pode aliviar o seu orçamento? Posted on 11 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Com o aumento do custo de vida, muitas famílias portuguesas veem as suas prestações mensais a pesar cada vez mais no orçamento.Entre o crédito automóvel, cartões, empréstimos pessoais e o crédito habitação, é fácil perder o controlo. Mas há uma solução que pode simplificar tudo: o crédito consolidado.Na Finativ, explicamos de forma simples o que é, quando faz sentido e como pode ajudá-lo a respirar financeiramente. Afinal, o que é o crédito consolidado? O crédito consolidado permite juntar vários créditos num só, ficando com uma única prestação mensal e, normalmente, uma taxa de juro mais baixa. Em vez de ter três ou quatro pagamentos diferentes, com prazos e taxas distintas, passa a ter apenas um crédito, o que torna a gestão muito mais simples. Exemplo prático 👇Se tem dois cartões de crédito e um crédito pessoal, pode reuni-los num só empréstimo com uma prestação reduzida e ajustada à sua capacidade financeira. Quais são as principais vantagens? Prestação mensal mais baixa:Com a redução das taxas e o alargamento do prazo, o valor total a pagar por mês diminui. Gestão mais simples:Apenas um pagamento mensal a uma única instituição financeira. Maior controlo financeiro:Ajuda a reduzir o risco de atraso nos pagamentos e a reorganizar o orçamento. Melhor planeamento:Permite recuperar estabilidade e até criar espaço para poupança. ⚠️ E os pontos a considerar? Apesar das vantagens, é importante analisar o crédito consolidado com atenção.Prolongar o prazo significa pagar menos por mês, mas pode aumentar o custo total do empréstimo ao longo do tempo. Dica Finativ: use esta solução para recuperar equilíbrio financeiro, não para contrair novas dívidas. Quando faz sentido consolidar créditos? O crédito consolidado pode ser uma boa opção se: Tem vários créditos ativos e prestações elevadas; Quer reduzir a sua taxa de esforço; Pretende simplificar a gestão das suas finanças; Enfrenta dificuldades em manter todos os pagamentos em dia. Como a Finativ pode ajudar Na Finativ, analisamos o seu caso de forma personalizada e comparamos propostas de diversos bancos e entidades parceiras.Tratamos de todo o processo por si, sem custos, sem complicações e com total transparência. O nosso objetivo é simples: ajudar a aliviar o seu orçamento e recuperar a tranquilidade financeira. Conclusão O crédito consolidado é uma ferramenta inteligente para voltar a equilibrar as finanças e reduzir o stress mensal.Com a orientação certa, pode transformar várias dívidas num plano de pagamento simples e acessível. 👉 Fale connosco e descubra quanto pode poupar com uma consolidação ajustada ao seu perfil. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Como preparar-se financeiramente para comprar casa Posted on 7 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Comprar casa é um dos maiores passos da vida, e também um dos que exigem mais planeamento. Antes de procurar o imóvel ideal, é importante preparar-se financeiramente para que o sonho da casa própria não se transforme num desafio inesperado. Na Finativ, acompanhamos diariamente quem está a dar este passo e reunimos as melhores dicas para começar com segurança e confiança. Faça o diagnóstico da sua situação financeira Antes de qualquer simulação, é essencial saber quanto pode realmente investir.Analise o seu rendimento mensal, as despesas fixas e a taxa de esforço, ou seja, a percentagem do rendimento que é destinada a créditos. 👉 Idealmente, a sua taxa de esforço não deve ultrapassar os 35%.Esta é a referência usada pelos bancos para aprovar novos créditos. 💬 Dica Finativ: se já tem outros créditos (pessoal, automóvel, etc.), avalie a possibilidade de consolidar antes de avançar com o crédito habitação. Guarde para a entrada inicial e custos associados Os bancos em Portugal financiam até 80 a 90% do valor do imóvel.Isto significa que precisa de ter pelo menos 10% a 20% do preço da casa disponível como entrada. Além disso, há custos adicionais a considerar: Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT) Imposto do Selo Escritura e registos Avaliação bancária Seguros obrigatórios (vida e multirriscos) Planeie bem — em média, os custos totais podem representar 10% a 12% do valor do imóvel. Compare propostas de crédito Cada banco tem critérios e spreads diferentes.Mesmo pequenas diferenças na taxa de juro podem traduzir-se em centenas de euros poupados todos os anos. Na Finativ, fazemos essa comparação por si — analisamos as condições junto dos bancos com quem temos parceria e apresentamos a proposta que melhor se adapta à sua realidade. O objetivo é simples: a melhor taxa, sem complicações. Tenha atenção à Euribor e à taxa escolhida O valor da sua prestação depende do tipo de taxa: Taxa variável (segue a Euribor): sobe ou desce consoante o mercado. Taxa fixa: mantém o mesmo valor durante todo o contrato. Taxa mista: combina as duas, fixa nos primeiros anos e variável depois. Se procura estabilidade nos primeiros anos, a taxa mista pode ser uma boa escolha. Organize os documentos com antecedência Ter toda a documentação preparada acelera o processo de aprovação.Os principais documentos são: Comprovativos de rendimento (recibos, IRS, contrato de trabalho) Extratos bancários Identificação pessoal Na Finativ, acompanhamos o processo do início ao fim, para que tudo decorra sem stress. Conclusão Comprar casa é mais do que uma decisão financeira. É um projeto de vida.Com preparação, planeamento e apoio especializado, pode transformar esse sonho num passo seguro e sustentável. A Finativ ajuda-o a planear, comparar e conquistar a casa dos seus sonhos. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito Pessoal: Como escolher o ideal para o seu objetivo Posted on 4 de Novembro, 20254 de Novembro, 2025 by Andreia Sá Um novo carro, uma viagem, obras em casa ou simplesmente reorganizar as finanças… Há muitos motivos para recorrer a um crédito pessoal.Mas com tantas ofertas e taxas diferentes no mercado, como saber qual é o mais vantajoso para si? Na Finativ, ajudamos a comparar e escolher o crédito certo para cada objetivo, sempre sem complicações. Defina o seu objetivo antes de pedir o crédito Tudo começa com uma pergunta simples: “Porque preciso deste crédito?” Há opções específicas para: Projetos pessoais (equipamentos, estudos, viagens) Crédito automóvel (compra de carro novo ou usado) Obras e remodelações Consolidação de créditos (juntar dívidas num só pagamento). Saber o seu objetivo ajuda a escolher o produto certo e a poupar nas condições. Compare as taxas e condições A diferença entre duas propostas pode significar centenas de euros ao fim do contrato.Analise sempre o TAEG (Taxa Anual Efetiva Global). É o fator mais importante, uma vez que é o que mostra o custo real do crédito, incluindo juros e comissões. Dica: Não olhe apenas para a prestação mensal, veja o valor total a pagar. Na Finativ, fazemos essa comparação por si, analisando várias instituições e encontrando a solução mais justa para o seu perfil. Escolha um prazo equilibrado Um prazo mais longo significa uma prestação mais baixa, mas tambémmais juros pagos no total.Por outro lado, um prazo curto reduz o custo global, mas exige maior esforço mensal. O ideal é encontrar o ponto certo entre conforto e economia. Avalie a sua capacidade financeira Antes de avançar, verifique se o crédito não compromete o seu orçamento.A sua taxa de esforço (a percentagem do rendimento que vai para créditos) deve manter-se abaixo dos 35%. Nota a relembrar: Um crédito deve ajudar, nunca apertar. Peça ajuda especializada Entre simulações, taxas e prazos, é fácil perder-se nos detalhes.Na Finativ, tratamos de todo o processo: explicamos, comparamos e acompanhamos até ao momento da contratação. Conclusão Escolher o crédito pessoal certo é uma questão de planeamento e informação.Com apoio especializado, pode financiar os seus projetos com segurança e evitar surpresas no futuro. A Finativ ajuda-o a encontrar o crédito certo, na altura certa. 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
30 de Outubro – Dia Mundial da Prevenção do Cancro da Mama Posted on 23 de Outubro, 202528 de Outubro, 2025 by Andreia Sá Outubro Rosa: Mês de Cuidar da Vida e da Saúde Outubro chegou, o mês em que as folhas caem, as castanhas assam… e o mundo se veste de rosa. É tempo de lembrar algo essencial: a prevenção pode salvar vidas. O Outubro Rosa é mais do que uma campanha. Mais do que uma cor, o Outubro Rosa é um alerta e um convite: cuidar de si é o melhor investimento que pode fazer. Um convite à saúde e à proteção Este Outubro Rosa, o convite é simples: cuide de si e de quem ama. Pense na sua saúde com carinho e lembre-se de que estar prevenido faz toda a diferença. Ter um seguro de vida ou de saúde com cobertura para doenças graves é mais do que uma escolha financeira, é um gesto de amor, de responsabilidade e de tranquilidade. Porque cada decisão de se proteger é um passo em direção a um futuro mais seguro e sereno. REAL Seguro de Vida PLENO O REAL Seguro de Vida Pleno oferece livre escolha de coberturas complementares, com destaque para: Doenças Graves e Medicina de Precisão, com antecipação de capital logo a partir do primeiro diagnóstico; Cobertura para cancro, enfarte, AVC, insuficiência renal, transplante de órgão, entre outros; A Medicina de Precisão permite adaptar o tratamento ao perfil genético de cada pessoa, garantindo mais eficácia e personalização; E ainda a cobertura ITP 60%, que inclui o uso de veículos motorizados de 2 rodas. REAL Seguro de Saúde DOENÇAS GRAVES Já o REAL Seguro de Saúde Doenças Graves garante até 100.000 € de despesas médicas para doenças graves, cobrindo: Hospitalização, ambulatório, medicamentos e meios auxiliares de diagnóstico; Desde o diagnóstico até aos cuidados paliativos; Check-up gratuito regular (dependendo da idade); Sem franquias, sem co-pagamentos e sem sub-limites; E sem limite de permanência após a subscrição (até aos 55 anos). As coberturas incluem doenças como cancro, AVC, enfarte, insuficiência renal crónica, esclerose múlƟpla e muito mais. Vamos fazer de Outubro um verdadeiro Mês Rosa Na Finativ, acreditamos que falar de seguros é, acima de tudo, falar de proteção, tranquilidade e cuidado com o futuro. Por isso, queremos transformar este Outubro num mês de consciência, prevenção e ação. Aceita o desafio? 🌸 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
10 mitos sobre Crédito Habitação (e o que é realmente verdade) Posted on 22 de Outubro, 2025 by Andreia Sá Comprar casa é um dos maiores passos da vida. Mas quando chega o momento de tratar docrédito habitação… aparecem dúvidas, opiniões e, claro, muitos mitos.Na Finativ, acreditamos que informação clara é o primeiro passo para uma decisão tranquila.Por esse motivo, desvendamos 10 dos mitos mais comuns e explicamos o que é realmente verdade. Mito 1: Tenho de fazer o crédito no banco onde tenho conta.Não!Pode escolher qualquer instituição financeira. O facto de ter conta num banco não o obriga acontratar o crédito habitação lá. E comparar propostas é fundamental. Pequenas diferenças nospread ou nas comissões podem representar centenas (ou milhares) de euros ao longo dosanos. Mito 2: O crédito mais barato é sempre o que tem o spread mais baixo.Nem sempre.O spread é apenas uma parte do custo total. A TAEG (Taxa Anual Efetiva Global) é o indicadorque mostra o custo real do empréstimo, incluindo seguros, comissões e outros encargos. É nelaque deve focar-se quando compara propostas. Mito 3: Sou obrigado a fazer o seguro de vida com o banco.Não!Por lei, pode escolher a seguradora que quiser.Os bancos costumam oferecer um spread mais baixo se fizer o seguro com eles (e muitas vezespoderá ser uma das condições para aprovação do processo) mas vale a pena comparar. Muitasvezes, um seguro independente tem um prémio tão mais baixo que compensa perder abonificação no spread. Mito 4: Não posso mudar o meu crédito depois de o contratar.Pode e deve rever as condições!A transferência de crédito habitação é possível a qualquer momento. Se as taxas de jurobaixaram ou se encontrou uma proposta melhor, pode mudar de banco e poupar, sem perderos anos já pagos. Mito 5: A prestação do crédito é sempre igual.Só se tiver taxa fixa.Com taxa variável, a prestação muda consoante o valor da Euribor. Quando a Euribor desce, aprestação baixa; quando sobe, aumenta. É por isso que é importante ter margem noorçamento familiar. Mito 6: Amortizar o crédito não compensa.Compensa, e muito.Se tiver algum dinheiro extra, amortizar parte do empréstimo pode reduzir juros e encurtaranos de crédito. Mesmo com a comissão cobrada pelo banco, o ganho financeiro e atranquilidade podem valer a pena. Mito 7: Preciso de 10% de entrada obrigatoriamente.É o mais comum, mas há exceções.Regra geral, os bancos financiam até 90% do valor da casa. Mas há programas (como o créditohabitação jovem ou soluções específicas) que permitem reduzir essa percentagem. Oimportante é planear com antecedência. Mito 8: É melhor esperar pela “altura certa” para comprar casa.A altura certa é quando faz sentido para si.As taxas de juro, o mercado e as notícias mudam constantemente. Mais do que tentar“adivinhar o momento”, o ideal é avaliar a sua estabilidade financeira e o seu objetivo a longoprazo. Mito 9: O banco decide tudo sozinho.O cliente tem sempre palavra.Com o apoio certo, pode negociar condições, escolher seguros e ajustar prazos. O banco faz aanálise de risco, mas a decisão final, e a escolha da melhor proposta, é sua. Mito 10: Tratar do crédito é complicado e demorado.Pode ser simples, se tiver ajuda.Na Finativ, tratamos de todo o processo: analisamos propostas, comparamos condições eacompanhamos cada passo. Assim, poupa tempo, dinheiro e energia. 💭 Em resumo:Há muitos mitos à volta do crédito habitação, mas a verdade é simples: informação e apoioespecializado fazem toda a diferença. Com a Finativ ao seu lado, comprar casa deixa de ser um desafio e passa a ser uma conquistatranquila. ✨ 📌 Mais informações? Saiba mais no nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito Habitação Mais Acessível: O Que Trazem as Novas Medidas do Governo? Posted on 20 de Outubro, 2025 by Andreia Sá O acesso à habitação tem sido um dos maiores desafios para muitas famílias portuguesas. Em resposta, o Governo anunciou recentemente um conjunto de medidas para tornar o crédito habitação mais acessível em 2025, com o objetivo de facilitar o caminho para a casa própria — especialmente para os jovens e famílias com menos recursos. Na Finativ, analisamos estas medidas e explicamos o que podem significar para si. E o que muda com estas novas medidas? O pacote apresentado pelo Governo tem como objetivo reduzir as barreiras ao crédito habitação e incentivar o investimento no setor imobiliário. As medidas mais relevantes incluem: 1. Redução de Impostos e Deduções Fiscais Está em estudo uma redução dos impostos associados aos empréstimos bancários, o que poderá aliviar os encargos iniciais de quem compra casa. Prevê-se também um reforço nas deduções de IRS, especialmente para quem paga rendas moderadas. Esta medida pretende aliviar o esforço financeiro mensal e aumentar a atratividade da compra. 2. Mais Garantias e Apoios Públicos O Governo vai criar garantias públicas para apoiar famílias que, apesar da capacidade financeira, não conseguem cumprir todos os requisitos bancários (como a entrada inicial). Serão também promovidas parcerias público-privadas para facilitar o acesso ao financiamento e manter os custos sob controlo. 3. Flexibilização do Crédito pelos Bancos Os bancos serão incentivados a adotar critérios mais ajustados à realidade atual das famílias, como: Taxas de esforço mais flexíveis; Prazos de pagamento mais longos; Produtos de crédito adaptados a diferentes perfis de clientes. Estas alterações podem permitir que mais pessoas cumpram os requisitos para aprovação do crédito. 4. Apoio à Construção e ReabilitaçãoOutra novidade relevante é o desenvolvimento de linhas de crédito específicas para construção e reabilitação. Este apoio é essencial para quem opta por construir de raiz ou investir em imóveis a recuperar, contribuindo também para aumentar a oferta habitacional disponível. O impacto esperado no mercado imobiliário Estas medidas deverão ter um efeito dinamizador no mercado: Mais procura por crédito; Aceleração de transações imobiliárias; Estabilização dos preços, com possível alívio da pressão inflacionária. Ao facilitar o financiamento, o Governo procura criar condições mais justas e equilibradas para todos os envolvidos: compradores, investidores e instituições bancárias. Como a Finativ o pode ajudar A Finativ acompanha de perto estas mudanças para oferecer aos seus clientes soluções atualizadas, seguras e personalizadas. Se está a planear: Comprar casa pela primeira vez; Construir habitação própria; Transferir o seu crédito atual; Ou simplesmente entender melhor como estas novas medidas o podem beneficiar… Estamos aqui para ajudar. Quer saber se este é o momento certo para avançar? Fale connosco e descubra como tornar o seu crédito habitação mais leve, simples e transparente. 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento. Fontes e referências: Comunicado do Governo – 2 de outubro de 2025 Banco de Portugal Notícias SAPO, ECO, Observador
Impacto para os jovens: há mais capacidade de compra? Posted on 14 de Outubro, 202514 de Outubro, 2025 by Andreia Sá Nos últimos dias, o Banco de Portugal reviu em alta a previsão de crescimento económico para 2025: o PIB deverá crescer 1,9%, impulsionado por um maior consumo privado. Este aumento reflete maiores rendimentos disponíveis — ou seja, mais dinheiro no bolso das famílias, devido à subida dos salários e à redução de impostos sobre o trabalho e as pensões. Mas o que significa isto para os jovens que sonham comprar casa? Mais rendimento, mais margem para créditoCom salários ligeiramente mais altos e um custo de vida a estabilizar, os jovens têm agora melhores condições para cumprir critérios bancários. Isto traduz-se em: Maior taxa de esforço disponível (menor peso da prestação no rendimento total); Possibilidade de aumentar o valor de entrada, o que reduz o montante financiado e as taxas associadas; Acesso a melhores spreads, já que um perfil financeiro mais equilibrado é visto como menos arriscado pelos bancos. Na prática, um aumento líquido de apenas 100 € por mês pode representar mais de 15 000 € de capacidade adicional no crédito habitação, dependendo do prazo e da taxa de juro. Mercado mais competitivo, mas também com novas oportunidades O crescimento económico tende a aumentar a procura por habitação, o que pode pressionar os preços no médio prazo — especialmente nas zonas urbanas. Ainda assim, há oportunidades concretas para quem está a começar: Programas como o IMT Jovem e isenções fiscais continuam a dar vantagens a compradores até aos 35 anos; Alguns bancos estão a criar produtos específicos para jovens, com taxas mistas competitivas; O mercado de construção nova fora dos grandes centros está em expansão, oferecendo alternativas mais acessíveis. O papel da Finativ neste cenário Na Finativ, acompanhamos de perto estas mudanças para ajudar cada cliente a encontrar a solução de crédito mais vantajosa e adaptada ao seu perfil. Num contexto de maior rendimento, é o momento ideal para: Rever condições existentes de crédito (pode poupar ao renegociar a taxa); Simular novas opções de financiamento com taxas mistas ou fixas; Planear a compra da primeira casa com o apoio de quem conhece o mercado. Conclusão O aumento do rendimento disponível é uma boa notícia — e um sinal de esperança para muitos jovens que viam a compra de casa como um objetivo distante. Mas aproveitar este momento exige planeamento financeiro e aconselhamento especializado. Com a ajuda da Finativ, o sonho da casa própria pode deixar de ser um plano futuro e passar a ser uma realidade no presente. Quer saber se este é o momento certo para avançar? Fale connosco e descubra como tornar o seu crédito habitação mais leve, simples e transparente. 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito Habitação Jovens no Interior: uma oportunidade para crescer e poupar Posted on 25 de Setembro, 202525 de Setembro, 2025 by Andreia Sá Descobre como o crédito habitação para jovens até 35 anos está a apoiar famílias, revitalizar regiões menos povoadas e criar novas oportunidades de vida fora dos grandes centros urbanos. Comprar casa é um marco importante na vida de qualquer jovem. Para muitos, o sonho da habitação própria parecia distante devido ao aumento dos preços nas grandes cidades. No entanto, o crédito habitação para jovens no interior surge como uma alternativa acessível, sustentável e estratégica. O que é o crédito habitação para jovens no interior? Esta medida destina-se a jovens até aos 35 anos que pretendem comprar a sua primeira habitação. A grande vantagem é a possibilidade de financiar até 100% do valor do imóvel, sobretudo em regiões fora dos grandes centros urbanos, onde os preços são mais acessíveis. Desde o início do ano, milhares de contratos já foram assinados, reforçando o impacto social e económico desta política. Impacto nas regiões menos povoadas O Alto Alentejo, Baixo Alentejo, Beira Baixa e Trás-os-Montes destacam-se pela forte adesão a esta medida. Mais de metade dos contratos celebrados por jovens contam com a garantia pública, permitindo fixar famílias nestas regiões e travar a desertificação. A presença do Estado é determinante: sem este apoio, muitos jovens não teriam acesso ao crédito nem possibilidade de permanecer no interior. Lisboa, Porto e outras regiões Nos grandes centros urbanos, a realidade é bem diferente. Em Lisboa, apenas cerca de um terço dos contratos de jovens recorre a esta medida; no Porto, não ultrapassa 39%. Já em zonas como a Lezíria do Tejo, Oeste e Península de Setúbal, o peso sobe para mais de 40%. Nas Regiões Autónomas, os Açores registam 43% de adesão, enquanto a Madeira apresenta 32%. Benefícios sociais e económicos O crédito habitação para jovens no interior vai além da compra de casa: Fixação da população jovem em zonas rurais; Combate à desertificação; Estímulo ao comércio e serviços locais; Valorização do património habitacional; Equilíbrio territorial entre cidades e interior. Perspetivas futuras Apesar dos resultados positivos, ainda há desafios: aumentar a oferta de casas acessíveis, criar políticas de arrendamento complementares e incentivar a construção de habitação adequada à realidade dos jovens. Conclusão O crédito habitação para jovens no interior é uma solução que promove coesão social, equilíbrio territorial e desenvolvimento económico. Para os jovens, é uma oportunidade de investir no futuro, conquistar a sua independência e contribuir para a revitalização das comunidades onde escolhem viver. 👉 E tu, já pensaste se o interior pode ser o lugar ideal para conquistar a tua primeira casa? Fale connosco e tome decisões financeiras com confiança. Quer saber se é elegível? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma simulação sem custos! 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
📌 Transferir crédito habitação: como poupar em tempos desafiantes Posted on 28 de Agosto, 2025 by Andreia Sá Descobre porque cada vez mais famílias portuguesas estão a transferir crédito habitação e como esta decisão pode fazer a diferença no orçamento mensal. Transferir crédito habitação tem vindo a ganhar força em Portugal, com milhares de famílias a procurar soluções mais vantajosas junto da banca. A razão é clara: reduzir encargos, melhorar as condições contratuais e aliviar o peso da prestação mensal. Porque transferir crédito habitação está em alta Num contexto de inflação elevada e de taxas de juro que pesam no orçamento, os portugueses estão cada vez mais atentos às suas finanças pessoais. A transferência surge como uma estratégia inteligente para aumentar a poupança e garantir maior estabilidade. O que significa transferir crédito habitação Trata-se de mudar o empréstimo de um banco para outro que ofereça melhores condições – seja uma taxa de juro mais baixa, uma prestação reduzida ou maior flexibilidade contratual. Hoje, este processo é mais simples e menos burocrático, permitindo a muitas famílias renegociar benefícios que antes pareciam inalcançáveis. Principais vantagens da transferência de crédito Redução da taxa de juro: poupança real a longo prazo. Prestação mensal mais baixa: alívio imediato no orçamento familiar. Revisão de produtos associados: possibilidade de renegociar seguros ou outros custos adicionais. Maior flexibilidade contratual: prazos ajustados e opções de reembolso mais favoráveis. Um reflexo de maior literacia financeira O aumento da procura por esta solução mostra que os portugueses estão mais informados, exigentes e conscientes na gestão do dinheiro. Já não aceitam as primeiras condições apresentadas: pesquisam, comparam e escolhem de forma estratégica. Quando faz sentido transferir crédito habitação Empréstimos antigos com taxas mais altas; Necessidade de reduzir a prestação mensal; Renegociação de seguros ou produtos associados; Consolidação de dívidas em condições mais vantajosas. Nestes casos, transferir crédito habitação pode significar uma verdadeira diferença na qualidade de vida. O futuro desta tendência em Portugal Especialistas preveem que o número de transferências continue a crescer. A concorrência entre bancos, aliada a um consumidor mais informado e a ferramentas digitais de comparação, vai tornar o processo cada vez mais simples, rápido e transparente. ConclusãoTransferir crédito habitação deixou de ser exceção e tornou-se numa estratégia relevante para milhares de famílias. Numa altura em que cada euro conta, esta decisão representa uma forma eficaz de reduzir encargos, equilibrar o orçamento e preparar o futuro com maior tranquilidade. 👉 E tu, já pensaste se o teu crédito habitação está nas melhores condições possíveis? Fale connosco e tome decisões financeiras com confiança. Quer saber se é elegível? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma simulação sem custos! 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Escritura Pública de Imóvel: Guia Prático para Comprar Casa com Segurança Posted on 26 de Agosto, 202528 de Agosto, 2025 by Andreia Sá Comprar casa é um dos momentos mais importantes da vida — e também um dos mais burocráticos. Entre todas as etapas, a escritura pública de imóvel é a que marca oficialmente a passagem da propriedade para o novo dono. É aqui que a compra deixa de ser apenas um acordo verbal ou um contrato-promessa e passa a estar validada pela lei. O que é a escritura pública de imóvel? A escritura pública é um documento oficial que confirma que o vendedor está a transferir a propriedade de um imóvel para o comprador.A assinatura é feita na presença de um notário (ou representante legal), que assegura que tudo está em conformidade com a lei.A partir do momento em que a escritura está assinada, o comprador torna-se o legítimo proprietário da casa. Como funciona na prática? Antes da escritura, é habitual existir um Contrato-Promessa de Compra e Venda (CPCV), que formaliza a intenção de ambas as partes.Se a compra for feita com recurso a crédito habitação, o banco apenas liberta o valor do empréstimo no momento da escritura.No dia, comprador, vendedor, notário e, quando necessário, representante do banco reúnem-se para assinar a escritura e, se aplicável, o contrato de mútuo com hipoteca. Documentos necessários Para que a escritura seja realizada, é preciso reunir: Documento de identificação válido Caderneta predial do imóvel Certidão de registo predial Licença de utilização Certificado energético Estes documentos comprovam que o imóvel está regularizado e pode ser vendido sem entraves legais. E depois da escritura? O passo seguinte é o registo predial, que garante que o imóvel fica oficialmente no teu nome.Sem este registo, existe o risco de outras pessoas poderem reclamar a propriedade — algo que ninguém quer enfrentar depois de investir na compra de casa. Custos envolvidos Além do preço da casa, é necessário considerar: Honorários do notário ou entidade que faz a escritura Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Imposto do Selo Taxas de registo predial Estes valores variam consoante a localização e o preço do imóvel. 💡 Comprar casa é mais do que escolher o imóvel dos sonhos — é também compreender cada passo legal e financeiro para evitar surpresas.E tu, já sabias que só com a escritura e o registo predial é que a casa passa realmente a ser tua? Fale connosco e tome decisões financeiras com confiança. 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site oufale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Porque contar com um intermediário de crédito pode ser essencial? Posted on 1 de Julho, 202528 de Agosto, 2025 by Andreia Sá Especialistas ajudam a tomar decisões conscientes e a proteger o seu bem-estar financeiro. FINATIV INTERMEDIÁRIOS DE CRÉDITO Na hora de pedir um empréstimo — seja para comprar casa, fazer obras ou reorganizar dívidas — é natural focar-se no valor da prestação ou na taxa de juro. Mas tomar uma boa decisão vai muito além disso. Um crédito mal ajustado à sua realidade pode comprometer o orçamento familiar durante anos. É aqui que entra o papel fundamental do intermediário de crédito. A Finativ Intermediação de Crédito, oferece um serviço sem custos e especializado para quem procura soluções à sua medida. Descubra porque deve considerar este apoio antes de avançar com qualquer empréstimo: 1. Avaliação personalizada da sua realidade financeiraCada cliente tem objetivos, despesas e rendimentos distintos. O intermediário analisa todo o seu contexto e identifica a melhor proposta para si — evitando sobrecargas financeiras futuras. 2. Comparação de propostas no mercadoCom acesso a dezenas de soluções, um intermediário consegue encontrar opções com as melhores taxas, prazos e condições, poupando-lhe tempo e dinheiro. 3. Explicação clara dos termos do contratoEvite surpresas desagradáveis. Um profissional garante que compreende todos os custos, encargos e obrigações do crédito. 4. Prevenção de dificuldades financeirasAjudamos a planear o seu orçamento com rigor, garantindo que a nova prestação não compromete outras áreas essenciais da sua vida. 5. Apoio contínuo, mesmo após contratar o créditoEm caso de dificuldades no futuro, o intermediário pode ajudar a renegociar o crédito e evitar incumprimentos. Na Finativ Intermediação de Crédito, trabalhamos ao seu lado para garantir que o crédito é uma solução e não um problema. Fale connosco e tome decisões financeiras com confiança. Quer saber se é elegível? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma simulação sem custos! 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site ou fale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito Sustentável: O Que É e Como Garantir Escolhas Financeiras Conscientes? Posted on 17 de Junho, 202517 de Junho, 2025 by Andreia Sá Saiba como avaliar se um crédito é compatível com o seu orçamento e com os seus objetivos de vida. Num contexto económico marcado por incertezas, muitas famílias continuam a recorrer ao crédito para alcançar objetivos importantes, como comprar casa, realizar obras ou reorganizar dívidas. No entanto, é fundamental garantir que essas decisões são financeiramente sustentáveis a longo prazo. Na Finativ Intermediação de Crédito, acreditamos que contratar um crédito não deve ser apenas uma questão de acesso, mas sim de equilíbrio. O conceito de crédito sustentável está cada vez mais presente no dia a dia dos portugueses — e com razão. Porque é importante falar de crédito sustentável? Segundo dados do Banco de Portugal, o endividamento das famílias atingiu os 141,6 mil milhões de euros em janeiro de 2024 — um aumento de 3,8% face ao ano anterior. O crédito à habitação representa a maior fatia, com 90 mil novos contratos celebrados. Já o crédito automóvel cresceu 12%, com mais de 224 mil contratos assinados. Estes números mostram que o acesso ao crédito continua elevado, mesmo em tempos mais desafiantes. Por isso, torna-se essencial que cada decisão seja acompanhada de uma avaliação realista da capacidade de endividamento. Como saber se um crédito é sustentável? Um crédito sustentável é aquele que pode ser assumido sem comprometer a estabilidade financeira presente e futura. Para isso, é necessário ter em conta vários fatores além da taxa de juro: 1. A sua taxa de esforço é adequada? A taxa de esforço corresponde à percentagem do rendimento familiar líquido destinada ao pagamento de créditos. Embora o Banco de Portugal recomende que não ultrapasse os 50%, a maioria das instituições prefere um limite mais conservador: cerca de 33%. 💡 Dica Finativ: Calcule a sua taxa de esforço incluindo não apenas os créditos em vigor, mas também as despesas fixas mensais (alimentação, transportes, saúde, educação, seguros, etc.). Assim, garante uma visão mais completa do seu orçamento. 2. O orçamento tem margem de segurança? Para além de cumprir com as prestações, é importante assegurar que existe uma folga financeira para lidar com imprevistos e para poupança regular. Um fundo de emergência com o valor de seis meses de despesas é uma prática saudável e recomendada. 3. O crédito está alinhado com os seus planos futuros? Antes de contratar um crédito, pense nas mudanças que podem surgir: um novo filho, alterações na carreira, despesas imprevistas… Um crédito sustentável é aquele que continua a ser viável mesmo com variações no seu estilo de vida. Avalie também a TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global), que resume o custo total do empréstimo, e analise a FINE (Ficha de Informação Normalizada Europeia), que reúne de forma transparente todas as condições contratuais. Quando o endividamento se torna um risco? Existem sinais que podem indicar endividamento excessivo, como: Incapacidade de poupar; Atrasos em pagamentos; Necessidade de crédito para cobrir outras dívidas; Stress financeiro constante. Nestas situações, soluções como a reestruturação da dívida ou a consolidação de créditos podem ser estratégias válidas para recuperar o equilíbrio financeiro. Boas práticas para manter um crédito saudável Antes de contratar: Compare propostas e analise a TAEG e FINE; Negocie prazos, spreads e comissões; Simule cenários adversos e avalie a sua taxa de esforço. Durante o contrato: Revise condições regularmente; Evite acumular novos créditos; Amortize sempre que possível. Se a situação mudar: Reavalie a possibilidade de transferir o crédito; Considere consolidar créditos para melhores condições; Evite recorrer a novos créditos para pagar dívidas antigas. A importância da literacia financeira Na Finativ Intermediação de Crédito, acreditamos que a informação é a melhor ferramenta contra o sobre-endividamento. O nosso compromisso é ajudá-lo a tomar decisões financeiras responsáveis, através de aconselhamento especializado e soluções personalizadas para cada etapa da sua vida. Se precisa de apoio para simular condições de crédito, rever contratos ou encontrar alternativas mais vantajosas, fale com a equipa da Finativ. Estamos ao seu lado para garantir que os seus objetivos são concretizados com segurança e tranquilidade. Quer saber se é elegível? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma simulação gratuita! 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site ou fale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.
Crédito Habitação Jovem com Garantia do Estado: Mais Acesso, Menos Entraves Posted on 16 de Abril, 202516 de Abril, 2025 by Andreia Sá A entrada no mercado imobiliário é, muitas vezes, um desafio para os mais jovens. Com a subida dos preços das casas e as exigências das instituições bancárias, tornar-se proprietário tem sido cada vez mais difícil para quem tem menos de 35 anos. No entanto, a nova medida de Garantia Pública do Estado, aplicada desde 2024, veio mudar este cenário. A Finativ Intermediação de Crédito destaca esta iniciativa como uma oportunidade determinante para os jovens que procuram adquirir a sua primeira habitação. Esta medida permite que o Estado português garanta até 15% do valor do empréstimo para habitação própria permanente, diminuindo assim a necessidade de entrada inicial por parte dos clientes. Quem pode beneficiar desta medida?Para ter acesso à Garantia Pública, os candidatos devem cumprir os seguintes critérios: Ter até 35 anos; Ter residência fiscal em Portugal; Não ser proprietário de qualquer imóvel; Possuir rendimentos até o 8.º escalão do IRS (entre 43.000€ e 80.000€ anuais); Adquirir um imóvel com valor máximo de 450.000€; Não ter dívidas à Autoridade Tributária nem à Segurança Social; Não ter recorrido previamente à Garantia do Estado. Além disso, é exigido que a taxa de esforço não ultrapasse os 50% e que os proponentes apresentem estabilidade financeira e profissional. Procura elevada e verbas limitadasDesde o lançamento da medida, a adesão por parte dos jovens tem sido elevada, levando ao esgotamento dos montantes inicialmente atribuídos a alguns bancos. Ainda assim, existe a possibilidade de reforço de verbas até ao final do programa, previsto para dezembro de 2026. Na Finativ Intermediação de Crédito, ajudamos a identificar as melhores soluções e acompanhamos cada etapa do processo, simplificando os trâmites e garantindo que os jovens clientes tirem o maior proveito possível desta oportunidade única. Quer saber se é elegível? Fale com um dos nossos especialistas e agende uma simulação gratuita! 📌 Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site ou fale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos nas redes sociais para não perder novidades sobre financiamento.#CréditoJovem #Habitação #Financiamento
Jovens impulsionam 45% do novo crédito no início do ano, com prestação mais baixa Posted on 11 de Março, 2025 by Andreia Sá Nos primeiros meses do ano confirmou a crescente participação dos jovens no mercado de crédito à habitação. Dados do Banco de Portugal indicam que 45% do montante total de novos contratos para aquisição de habitação própria permanente foram concedidos a clientes com idade até 35 anos, refletindo uma tendência que já se verificava em dezembro. O aumento da procura por financiamento nesta faixa etária está diretamente ligado à introdução da garantia pública para crédito jovem, uma iniciativa que tem facilitado o acesso ao crédito. O impacto desta medida já se faz sentir no setor bancário, com as instituições financeiras a observarem a rápida utilização dos montantes disponibilizados pelo Estado. Os principais bancos envolvidos neste programa já anunciaram que os valores inicialmente atribuídos estão esgotados ou próximos do limite, mas há possibilidade de reforço antes da data final da medida, prevista para dezembro de 2026. Para garantir acesso à garantia pública, os candidatos devem atender a critérios específicos, incluindo idade máxima de 35 anos, residência fiscal em Portugal, limite de rendimento dentro do 8.º escalão do IRS e inexistência de imóveis em seu nome. Além disso, a taxa de esforço não pode ultrapassar os 50%, e o candidato precisa demonstrar estabilidade financeira e profissional. Apesar do incentivo, os bancos alertam que a burocracia associada ao processo torna a aprovação do crédito mais demorada em comparação com financiamentos sem a garantia estatal. No que diz respeito ao custo do crédito, a taxa de juro média para novos contratos manteve-se praticamente estável em janeiro, fixando-se em 3,22%. Após 14 meses consecutivos de redução, a prestação média paga pelas famílias caiu para 412 euros, uma redução de três euros face ao mês anterior. Mais informações? Saiba mais em nosso 👉🏼 site ou fale com algum de nossos gestores pelo 👉🏼 Whatsapp! 📲 Acompanhe-nos para mais notícias sobre crédito e habitação!#CréditoJovem #Habitação #Financiamento
Renegociar o Crédito à Habitação: Tudo o que Precisa de Saber Posted on 5 de Setembro, 2024 by Andreia Sá Com o aumento do custo de vida e das taxas de juro, os bancos são agora obrigados a apresentar soluções que possam reduzir a prestação do crédito à habitação para quem tem uma taxa de esforço superior a 36%. No entanto, a renegociação do crédito pode trazer algumas desvantagens. A Finativ explica os cuidados que deve ter antes de tomar qualquer decisão. Para muitas famílias, renegociar o crédito à habitação tem sido uma forma de enfrentar as sucessivas subidas das prestações mensais, fruto do aumento das taxas de juro. No entanto, é importante ter em conta que a renegociação pode acarretar algumas contrapartidas que podem não ser benéficas para os consumidores. A Finativ esclarece quais são as opções disponíveis nos bancos e as possíveis consequências das decisões tomadas. Que contratos são abrangidos pela medida? Esta medida extraordinária, que vigora durante o ano de 2023, abrange os contratos de crédito destinados à aquisição de habitação própria e permanente, com taxa variável, cujo saldo em dívida não ultrapasse os 300 mil euros. Ficam de fora os contratos de crédito à habitação com taxa fixa e aqueles relacionados com segundas habitações ou obras, mesmo que garantidos por hipoteca. Quem pode ser contactado pelo banco para renegociar? Sempre que a taxa de esforço de um cliente ultrapasse os 36%, os bancos são obrigados a apresentar uma proposta de redução da prestação. Este aumento pode ocorrer devido às oscilações na Euribor, quer a 3, 6 ou 12 meses. Contudo, nem todos os contratos que ultrapassam esta percentagem de taxa de esforço têm de ser automaticamente renegociados. As seguintes situações estão abrangidas: Taxa de esforço superior a 36%, com um aumento de 5% em relação ao ano anterior; Aumento superior a 3% na taxa de juro associada ao crédito; Taxa de esforço já acima dos 36% na última revisão da prestação; Qualquer situação em que a taxa de esforço seja igual ou superior a 50%. Os bancos podem ainda solicitar aos clientes a apresentação de documentos, como a declaração de IRS, para confirmar a taxa de esforço atual. O prazo para envio dos documentos solicitados é de 10 dias. Pode o cliente pedir a renegociação do crédito? Sim, o cliente pode tomar a iniciativa de informar o banco sobre o risco de incumprimento devido ao aumento das taxas de juro. Ao fazê-lo, a instituição bancária é obrigada a propor soluções que possam reduzir a taxa de esforço. Quais as soluções que os bancos podem apresentar? Cada banco é responsável por sugerir a solução mais adequada para o cliente, sendo estas as opções mais comuns: Extensão do prazo do empréstimo, com possibilidade de retomar o prazo original posteriormente; Redução do spread contratado; Período de carência de capital, durante o qual apenas são pagos os juros; Diferimento de parte do capital, adiando o pagamento de uma percentagem da dívida para o final do contrato. Renegociar o spread pode ser uma má decisão? Em algumas situações, a renegociação do spread pode não ser vantajosa, especialmente se a Euribor continuar a subir. Aconselha-se a comparar a taxa de juro nominal (TAN) proposta pelo banco com a taxa atual antes de fazer qualquer alteração ao contrato. Posso voltar ao prazo inicial do empréstimo após o alargamento? Sim. Os bancos são obrigados a informar os clientes, por escrito, de que é possível retomar o prazo original do crédito, e essa informação deve ser repetida anualmente durante os primeiros cinco anos após a alteração. A retoma do prazo original implica a apresentação de uma nova calendarização das prestações. Existe limite de idade para o alargamento do prazo? As regras de idade para o alargamento do prazo de crédito mantêm-se inalteradas. Os limites são os seguintes: 40 anos para clientes com até 30 anos; 37 anos para clientes com idades entre 31 e 35 anos; 35 anos para clientes com mais de 35 anos. O que implica o período de carência de capital? Durante o período de carência, o cliente paga apenas os juros, sendo que o montante em dívida permanece inalterado. Findo esse período, a prestação aumenta, uma vez que o capital a amortizar se mantém igual e o prazo do empréstimo foi reduzido. É obrigatório aceitar a proposta de renegociação? Não. O cliente não é obrigado a aceitar a proposta do banco, desde que consiga continuar a pagar as prestações mensais. A renegociação é apenas uma opção disponível para aliviar a taxa de esforço. Pode o banco recusar apresentar uma proposta? Não. Desde que o cliente cumpra os critérios estabelecidos pela medida, o banco é obrigado a apresentar uma proposta. Caso o banco não o faça, o cliente pode apresentar uma reclamação no livro de reclamações eletrónico ou diretamente ao Banco de Portugal. Existem custos associados à renegociação? Não. A renegociação ao abrigo desta medida não pode implicar custos adicionais para o cliente, nem qualquer agravamento da taxa de juro. A renegociação implica ser registado no Banco de Portugal? Sim, os créditos renegociados podem ser registados como tal na central de responsabilidades de crédito. No entanto, o Banco de Portugal já esclareceu que esta renegociação não resulta numa marcação especial que possa identificar o cliente como sendo de maior risco. Isso significa que a renegociação ao abrigo da medida excecional não deverá prejudicar futuros pedidos de crédito. Posso transferir o crédito para outro banco? Sim, é possível transferir o crédito para outra instituição que ofereça condições mais vantajosas. No entanto, clientes com taxa de esforço superior a 36% podem encontrar dificuldades em conseguir novas ofertas de crédito. Posso amortizar capital antecipadamente? Sim, até ao final de 2024, é possível amortizar parte do capital sem penalizações, nos contratos com taxa variável. Esta opção pode ser interessante para quem tenha poupanças e deseje reduzir a prestação mensal. Renegociar impede-me de acionar o travão ao aumento das prestações? Não. Pode acionar ambos os mecanismos simultaneamente, permitindo que a sua prestação seja reduzida de imediato ao indexar o crédito a 70% da Euribor. Depois de dois anos, a indexação regressa aos termos originais do contrato. Fonte: https://www.deco.proteste.pt
Crédito Habitação Jovem: Como Vai Funcionar a Garantia do Estado Posted on 13 de Agosto, 202413 de Agosto, 2024 by Andreia Sá Jovens até 35 anos terão acesso a uma garantia do Estado que permitirá obter até 100% de financiamento para o crédito à habitação na compra do primeiro imóvel. Atualmente, as regras de concessão de crédito limitam o financiamento a 90% do valor da propriedade. Saiba quais são os requisitos para se beneficiar dessa garantia estatal e como ela funcionará. Em breve, jovens que procuram adquirir seu primeiro imóvel poderão contar com a garantia pública do Estado para financiar até 100% do crédito habitacional. Essa iniciativa soma-se a outras medidas do Governo, como a isenção de IMT e do Imposto do Selo na compra da primeira casa, visando facilitar o acesso dos jovens à habitação. O decreto-lei que define as condições para a aplicação desta medida foi publicado em 10 de julho e estabelece critérios como a idade máxima de 35 anos ou rendimentos anuais que não ultrapassem 81.199 euros brutos. Descubra tudo o que já se sabe sobre a garantia estatal para crédito à habitação destinado a jovens. QUEM PODE BENEFICIAR DA GARANTIA ESTATAL NA COMPRA DE UM IMÓVEL?Jovens até 35 anos, com domicílio fiscal em Portugal e rendimentos anuais brutos não superiores a 81.199 euros, que estejam adquirindo sua primeira habitação própria e permanente. QUAIS SÃO OS IMÓVEIS ABRANGIDOS PELA GARANTIA ESTATAL?Todos os imóveis destinados à primeira habitação própria e permanente cujo valor de compra não exceda 450.000 euros. QUANDO OS JOVENS PODERÃO USUFRUIR DA GARANTIA ESTATAL PARA A COMPRA DA CASA?Assim que for publicada a regulamentação específica, prevista até 11 de setembro (60 dias após a entrada em vigor do decreto-lei). A regulamentação será definida pelos Ministérios das Finanças, da Habitação e da Juventude, e indicará quando os jovens poderão começar a usufruir desse apoio, além de detalhar todos os aspectos necessários para a aplicação prática da garantia. OS JOVENS PODERÃO COMPRAR CASA SEM DAR ENTRADA?Sim, pois o Estado oferece uma garantia de até 15% do valor do imóvel. Isso significa que o jovem poderá solicitar um empréstimo maior, embora o Estado não pague essa quantia, mas apenas assuma parte do risco perante o banco. O comprador deverá continuar a garantir o pagamento total do imóvel. OS BANCOS SERÃO OBRIGADOS A FINANCIAR 100% DO IMÓVEL PARA QUEM TEM A GARANTIA DO ESTADO?Em princípio, sim, já que esse é o objetivo da medida, mas o jovem ainda precisa cumprir os requisitos para obter o financiamento bancário. Detalhes sobre a regulamentação ainda estão por ser definidos. O QUE ACONTECE SE O JOVEM DEIXAR DE PAGAR O CRÉDITO COM GARANTIA ESTATAL?Neste caso, o Estado poderá cobrir até 15% do valor do imóvel, mas o jovem terá de devolver esse montante ao Estado, conforme regras que ainda serão estabelecidas. A GARANTIA DO ESTADO PODE SER APLICADA A UM CASAL ONDE APENAS UM TEM ATÉ 35 ANOS OU ESTÁ ADQUIRINDO A PRIMEIRA CASA?Provavelmente, a garantia será aplicada apenas à parte correspondente ao membro que se enquadra nos critérios, mas essa possibilidade será confirmada pela regulamentação que será publicada até 11 de setembro. A GARANTIA DO ESTADO PODE SER ACUMULADA COM A ISENÇÃO DE IMT E IMPOSTO DO SELO PARA JOVENS ATÉ 35 ANOS?Sim, desde que o imóvel tenha valor inferior a 316.772 euros e que os rendimentos dos compradores não excedam o 8.º escalão do IRS (81.199 euros brutos anuais). QUAL O VALOR DO CRÉDITO QUE UM JOVEM COM RENDA DE 1000 EUROS PODE OBTER?Um jovem com renda líquida mensal de 1000 euros não deve comprometer mais de 500 euros por mês com a prestação do crédito, o que lhe permitiria obter um financiamento máximo de 124.000 euros para um imóvel, em um contrato de taxa fixa de 3,75% a 40 anos. Se optar por uma taxa variável, o valor máximo do imóvel seria 92.000 euros. Para um casal com renda líquida de 2000 euros mensais, os valores de crédito poderiam chegar a 248.000 euros (taxa fixa de 3,75% a 40 anos) ou 184.000 euros (taxa variável, Euribor a 12 meses e spread de 0,75% a 40 anos). Fonte: https://www.deco.proteste.pt
Valor dos Empréstimos Cai pela Primeira Vez em Dez Anos Posted on 29 de Julho, 202429 de Julho, 2024 by Andreia Sá Em 2023, pela primeira vez em dez anos, o montante concedido pelos bancos para a compra de casa em Portugal diminuiu. Descubra o que mudou no crédito à habitação A Taxa Mista ganha força Entre as principais mudanças observadas, destaca-se a crescente popularidade da taxa mista. Este tipo de taxa, que combina períodos de taxa fixa com períodos de taxa variável, tornou-se uma escolha atrativa para muitos portugueses. A taxa mista oferece uma combinação de estabilidade inicial e flexibilidade futura, permitindo aos consumidores beneficiar de períodos de menor incerteza seguidos pela possibilidade de aproveitar taxas de mercado potencialmente mais baixas no futuro. O que significa isto para si? As recentes mudanças no mercado de crédito à habitação podem ter um impacto significativo na sua decisão de obter um crédito habitação. A diminuição dos valores emprestados e a crescente popularidade da taxa mista indicam uma mudança de paradigma que pode influenciar as suas escolhas e estratégias de financiamento. Para navegar neste novo cenário de crédito, é crucial estar bem informado e contar com o apoio de especialistas. Na FinAtiv, estamos à sua disposição para fornecer aconselhamento personalizado e ajudá-lo a compreender como estas mudanças podem afetar a sua situação específica. Entre em contacto connosco e descubra como podemos ajudá-lo a encontrar as melhores soluções de crédito à habitação adaptadas às suas necessidades.
Tem crédito à habitação? Saiba sobre seu empréstimo Posted on 30 de Abril, 202430 de Abril, 2024 by Andreia Sá As simulações feitas com base no simulador do Banco de Portugal permitem verificar que em todos os prazos há uma diminuição da prestação a pagar ao banco. Confira o seu caso. Quanto já aumentou e como vai evoluir em abril a prestação da casa.Empréstimo a 30 anos com spread de 1% NOTA 1 | O que são as taxas Euribor Euribor é a abreviatura de Euro Interbank Offered Rate. As taxas Euribor baseiam-se nas taxas de juro que um conjunto de bancos europeus está disposto a pagar para emprestar dinheiro uns aos outros. No cálculo, os 15% mais altos e mais baixos de todas as cotações recolhidas são eliminados. As restantes taxas são calculadas como média e arredondadas a três casas decimais. O valor das taxas Euribor é determinado e publicado diariamente. Existem cinco taxas Euribor diferentes, todas com diferentes maturidades (uma semana, um mês, três meses, seis meses e 12 meses). NOTA 2 | O BCE tem três taxas de juro de referência: – A taxa das principais operações de refinanciamento, sob a qual os bancos podem contrair empréstimos junto do BCE pelo prazo de uma semana: está nos 4,50%, mas esteve fixada em zero entre março de 2016 e julho do ano passado; – A taxa de depósito, que determina os juros que os bancos recebem pelos depósitos realizados junto do BCE: está em 4%. Mas entre julho de 2012 e junho de 2013 era de zero. E entre junho de 2013 e julho do ano passado era negativa, obrigando os bancos a pagar pelos depósitos que faziam no BCE; – E a taxa de cedência de liquidez, que determina o juro que os bancos pagam quando contraem empréstimos junto do BCE pelo prazo de um dia (overnight). Está atualmente em 4,75%. Fonte: cnnportugal.iol.pt – https://cnnportugal.iol.pt/emprestimo-casa/prestacao/tem-credito-a-habitacao-veja-aqui-o-que-vai-acontecer-ao-seu-emprestimo/20240401/660a7883d34e0498921f3eec
Banca espera retoma da procura no crédito da casa Posted on 23 de Abril, 2024 by Andreia Sá Depois de dois anos em queda, os bancos estão finalmente a antecipar uma retoma da procura das famílias por crédito para a compra de casa. Os bancos estão a antecipar uma retoma da procura por crédito para a compra de casa no segundo trimestre, depois de dois anos de forte contração devido à escalada das taxas de juro, que pressionou altamente as famílias. Pela primeira vez desde o segundo trimestre de 2022 que o índice de difusão do Banco de Portugal sobre as expectativas dos bancos em relação à procura por crédito à habitação regista um valor positivo, o que indica que o setor espera que a procura das famílias volte a crescer depois de dois anos em queda. Este otimismo surge numa altura em que se perspetiva um alívio das taxas de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) a partir do verão, perspetiva essa que está já a levar a uma descida das taxas de mercado, nomeadamente a Euribor, que serve de base para o cálculo de um empréstimo para a aquisição de casa. Em concreto, os bancos apontam para um “ligeiro aumento da procura de crédito à habitação” no segundo trimestre deste ano, de acordo com o inquérito sobre o mercado de crédito divulgado esta terça-feira pelo Banco de Portugal.Em relação à procura registada no primeiro trimestre, houve “uma ligeira diminuição nos segmentos da habitação e do consumo” devido ao elevado nível em que se encontram as taxas de juro e também à fraca confiança das famílias. Para o segundo trimestre, os bancos não antecipam mexidas nos critérios de concessão de crédito à habitação e empresas, sendo que o acesso ao crédito ao consumo poderá ter critérios mais restritivos.Desde julho de 2022, o BCE subiu as taxas em 450 pontos base para controlar as pressões inflacionistas. Nas últimas quatro reuniões deixou as taxas inalteradas. Fonte: eco.sapo.pt – Alberto Teixeira 9/4/2024
Habitação: taxa de juro cai pelo segundo mês consecutivo Posted on 2 de Abril, 202423 de Abril, 2024 by Andreia Sá A taxa de juro no conjunto de contratos de crédito à habitação voltou a diminuir em março, ainda que de forma ligeira. Para Mário Centeno, podemos contar com uma descida das taxas do Banco Central Europeu já no mês de junho. Depois de em fevereiro as taxas de juro dos contratos de crédito à habitação terem descido pela primeira vez desde 2022, no mês de março voltaram a baixar. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa fixou-se nos 4,641% em fevereiro e agora, em março, ficou nos 4,613%. Se falarmos dos contratos fechados há três meses a taxa diminuiu pelo quinto mês consecutivo de 4,197% para 4,000%. Já a prestação média dos créditos fixou-se em 403 euros, o mesmo valor de fevereiro. O capital médio em dívida passa para 65.391 euros. Centeno antecipa vários cortes ao longo do ano mas, por outro lado, a presidente do Banco Central Europeu, Cristine Lagarde, continua a mostrar-se cautelosa. Para Lagarde, um corte em junho não significa que haverá outros ao longo do ano, posição defendida também por Luis de Guindos, o vice-presidente do BCE (Fonte: Sic Notícias, Teresa Amaro Ribeiro, abril de 2024)
Novas medidas apresentadas pelo Governo, para os jovens Posted on 17 de Março, 202423 de Abril, 2024 by Andreia Sá Eliminar o IMT e o Imposto de Selo para compra de habitação própria e permanente por jovens até aos 35 anos Redução de 2/3 nas taxas de 2023, com a adoção do IRS jovem de forma estrutural e duradora. Aplica-se a todos os jovens até aos 35 anos a taxa máxima de 15%. Viabilização do financiamento bancária pela totalidade do preço da aquisição da primeira habitação Aumento da oferta de habitação Com estas medidas o governo pretende que os jovens construam em Portugal o seu projeto de vida e que se fixem no seu Pais Natal. As medidas do novo governo: Jovens. Jornal Expresso, 2024. Disponível em: https://expresso.pt